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Obstáculos sem fim para torcedores se tornarem sócios estatutários do clube pelo site Sócio Gigante

Com a permanência do Vasco na Série B, ganhou força o movimento de associação em massa. Desta vez, a campanha é para Sócio Geral com direito a voto e real participação nas decisões políticas do clube.

Entretanto, o site do Vasco (Sócio Gigante) começou a falhar na tela de pagamento dos novos sócios. Há mais de uma semana não funciona o botão final a ser clicado para efetuar o pagamento via cartão de crédito.

Um obstáculo se apresenta antes para quem não tinha um cartão de crédito cadastrado no site. A pessoa insere corretamente os dados do cartão e se depara com uma mensagem de erro.

A secretaria do Vasco tem um WhatsApp. A informação vinda dele, na última sexta-feira, foi a de que o problema nos pagamentos via cartão de crédito seriam resolvidos nesta segunda-feira.

Vários erros:

No dia seguinte à goleada sofrida contra o Botafogo, o torcedor sequer conseguia clicar no plano Geral para preencher o cadastro e se tornar sócio. Isso foi reparado alguns dias depois.

Muitas pessoas também relatam dificuldade pra recuperar a senha. O e-mail automático não chega nem na caixa de Spam.

No mês de Junho, o clube lançou a promoção de descontos na taxa de admissão para quem se tornar Sócio Geral até o fim do ano.

Casaca!

O sequestro e suas consequências

Há um ano o Casaca! disputou um pleito estatutário, direto e com mais 3.600 associados participando dele. Perdeu e reconheceu a derrota. Simples.

No pleito estatutário ocorrido no clube venceu o candidato Luiz Roberto Leven Siano em todas as urnas, com a exceção daquela que, coincidentemente, estava sub-júdice.

Tudo o que se fez, de forma desavergonhada, suja, pela chapa bicolor, cuspindo na cara do quadro social, uma vez descumprindo o que manda o estatuto no pleito, fumando-o e deixando que na Justiça fosse o clube “sequestrado”, induzindo-a a erro, nada mais é do que o resumo daquilo que são, daquilo que foram a vida toda no Vasco, com raríssimas exceções.

Essa turma, que atochou no Vasco mais de 600 milhões de reais da dívida atual, de um clube que em janeiro de 2001 devia aproximadamente 150 milhões de reais, que é freguês do Botafogo, algo só vivido pelo Vasco nos anos 1960, que conseguiu a proeza de nesses dez anos e meio não vencer o Flamengo uma única vez em Campeonatos Brasileiros, que tem amplo, claro e irrestrito apoio dos poderes midiáticos vigentes, desde julho de 2008, para rebaixar o Vasco em todos os sentidos e produzir justificativas ridículas, risíveis e que apenas desonestos, mau caráteres, vagabundos, vigaristas, pilantras e um ou outro ingênuo, que vive no mundo da lua, conseguem engolir.

Com vocês não há fundo do poço previsto, porque o fundo do poço demanda um limite de incompetência, incapacidade, descomprometimento, desídia, que no caso da chapa bicolor permanece sendo uma interrogação. Desde o MUV vocês rebaixaram o Vasco quatro vezes e isso em apenas dez anos e meio de gestão. E quanto aos apoiadores? Esses que reverberam as mentiras que são contadas nas mídias sociais? São tão ou mais desonestos, nas atitudes, que os contadores de mentiras, embora, também, contem as suas. Quanto mais mentem, mais os fatos esfregam-lhes na cara o carimbo, selo, tatuagem do que são e do papel imundo que se disponibilizam a executar.

A forma de arrancar-lhes do poder, visto que possuem ampla proteção da mídia e convenceram o Judiciário carioca de que são santos, se dá com apenas uma medida: associação em massa.

Torçam para que a contrainformação que passam nas mídias sociais de que isso não adianta nada, na Justiça os bicolores vão arrumar um jeito de ganhar, etc… suste tal movimento.

Se o movimento de associação em massa vier a ocorrer vocês sairão, claro, mas quando o Vasco no futuro lembrar de roxo e amarelo se recordará que a cor Tabajara simbolizou a destruição do clube, o que de mais podre ficou do MUV e os fatos, os números, para além das mentiras que contam até hoje vão prevalecer, sem que deixemos de nos recordar quantas mentiras contaram e quantas distorções fizeram, única e exclusivamente pela sede do poder, por projeto de poder, sem que a instituição Club de Regatas Vasco da Gama tivesse ao longo desses dez anos e meio neste século qualquer importância, ou relevância.

Sérgio Frias

Nota de falecimento: João Vicente Porphirio

Lamentamos informar o falecimento de João Vicente Porphirio, filho do Grande Benemérito Antônio Vicente Porpririo, um rapaz jovem, vascaíno e muito atencioso sobre o qual só se ouviram elogios ao longo de sua trajetória no clube e no convívio com os mais próximos.

Nessa hora de dor de sua família e muitos amigos, oramos para que tenham todos força para superar o momento, em especial seus pais.

De nossa parte uma mensagem de paz e conforto aos familiares nesse momento difícil.

Equipe Casaca!

Nota de Falecimento

Lamentamos informar o falecimento de Juca Nunes Neto, vascaíno de quatro costados, casaquista, sócio benfeitor remido do clube e presente em inúmeros movimentos em prol do Vasco, partícipe, também, de nossa chapa no pleito estatutário ocorrido a 07/11/2020.

Aos familiares muita força nesse momento de perda.

Foi-se um grande vascaíno. Descanse em paz.

Equipe Casaca!

Diversidade

Quatro dias depois de abraçar uma causa de inclusão, o Vasco, na figura de seu presidente e usando como esteio o Conselho Deliberativo, entendido por ele como dominado, sugere a linha do patrulhamento. As pautas em si são claramente antagônicas. Enquanto uma defende a liberdade de escolha, do modus vivendi, muito além de preferência sexual A, B ou Z, a outra quer conduzir centenas de vascaínos, quanto àquilo que devem falar, como lhes cabe agir, se portar, ao opinar sobre sua paixão, baseado na ridícula justificativa de que o nome do Vasco é falado em vão, como parte dos mandamentos/orientações de normas de conduta, para ficar mais bonitinho, previstos na ditadura imposta no clube, a partir de um golpe perpetrado contra o Vasco, seu estatuto, quadro social e sua soberania.

Mas, falando de soberania, há um ar soberano nos atuais mandatários, que cortam do quadro social quem discorda, interpretam o estatuto como querem e bem entendem, após fumá-lo, segundo apoiadores “sincerocidas” e pretendem mexer com quem não podem, talvez buscando alguma decisão judicial que contrarie um preceito constitucional, ou distorcendo seu condão perante a sociedade. É ousado isso, claro, mas a utilização de subterfúgios é uma especialidade daquela casa, que se mostra como da “Mãe Joana” diante do acontecimento outro de ontem, referente ao fornecedor de alimentos do clube.

Pondo os pingos nos “is” não reabilita fazer qualquer tipo de campanha visando inclusão, enquanto a consequência da irresponsabilidade/covardia com 186 funcionários demitidos leva tantos ao desespero, por vidas dedicadas ao Vasco e muito provavelmente tem lastro no óbito verificado na última quarta-feira de um dedicado e humilde funcionário do clube, que os alienígenas e planilheiros, ora supostos senhores da razão, desconheciam e cuspiram simbolicamente na cara, sem ao menos saber das características e capacidade de trabalho de cada um.

O Vasco brigou por negros, analfabetos, operários sim, não precisa provar nada para fora, historicamente, sobre ser um clube de inclusão, mas se mostra o oposto para dentro nessa gestão, vide exclusões completamente absurdas de Beneméritos, embora tenham apresentado a mesma interpretação estatutária do presidente atual Jorge Salgado, conforme expresso em documento oficial do clube, recentemente, sobre o tema anistia a sócios desligados.

Do plano mais alto para o mais baixo, se você atinge os de cima (falando pragmaticamente) e não sente da torcida revolta, cabe pensar que pode atingir a base da pirâmide e ela vem sendo tratada no Vasco com o desprezo que pensam alguns ela merecer, dentro da lógica administrativa de uma gestão que pensa, agora, em nove anos de poder e já garante uma eleição on line, fora do estatuto, para daqui a três anos, como se a aprovação da reforma estatutária pelo quadro social fosse favas contadas, como imagina essa quase realeza lá presente, embora ausente perante o público a cada revés do futebol.

As figurinhas trocadas com o grupo que foi parceiro de golpe, uma espécie de bem me quer, mal me quer, dependendo de interesses postos na mesa, também denota ser a oposição virtual do clube (na prática a oposição é composta por quem foi contra o golpe institucional dado contra o estatuto e a soberania do Vasco) farinha do mesmo saco, vide a clara omissão de seu suposto líder em não se manifestar rapidamente nas mídias sociais sobre a censura clara e evidente, que tem como partícipe na controladoria uma rubro-negra, por sinal.

Tal omissão no descrito acima, pode ter como contexto o fato de que os Youtubers, em esmagadara maioria – embora um dia tenham acreditado nele, no discurso dele ou em suas boas intenções – o tem como mero golpista, desprezam o herói criado por ele em 2020, bem como suas falas cínicas sobre o golpe perpetrado contra o clube, uma delas em pleno ginásio do Vasco, na eleição estatutária, direta e reveladora da face de cada um, a 07/11/2020.

A diversidade de opiniões no clube é preceito do Vasco, a luta por fazer prevalecer opiniões em detrimento de outras contextualiza a briga, mas a soberania vascaína maculada em 2020 (simbolizada no descumprimento frontal de seu estatuto e por extensão da CF, interpretando-se em juízo autorização de Lei Federal, como imposição) só poderia trazer, como traz, inúmeros prejuízos institucionais, que parecem pouco importar, por não haver, ainda, a devida pressão legal do quadro social quanto ao atual estado de coisas visto no clube.

Fica aqui, por parte do Casaca!, o grupo que soube ser situação e oposição mantendo sua linha de conduta, dentro e fora do Vasco, para desespero de detratores e afins, todo apoio aos Youtubers, desde aqueles que fumam o estatuto, tragam, passando pelos não-fumantes, mas primordialmente, em defesa dos que ousam falar de Vasco, conhecendo ou não as entranhas do clube, ávidos por conhecimento ou simplesmente mantendo o próprio Vasco vivo para si em suas críticas, urros e até “exageros”, em nome de sua paixão.

Enquanto isso a nossa gloriosa imprensa esportiva convencional, seus influenciadores e editorias, fundamentalmente, permanecem quietos, respeitando preceitos ditatoriais, exclusões injustas, mentiras repetidas (hoje Jorge Salgado contou pela enésima vez uma sobre a contagem de votos e com vários canais de imprensa presentes ao local, sem qualquer contestação do veículo que publicou a matéria). Um silêncio ensurdecedor, pois conveniente. Uma minoria nasceu para ser Glenn Greenwald, a maioria cresceu passando ao largo disso, por mais que nas cadeiras de faculdade tenham aprendido que passar ao largo significa desprezar conceitos jornalísticos formais e sua própria essência.

Sérgio Frias

Adversários por 23 anos

Desde 1997 em rigorosamente todas as eleições realizadas em São Januário nos posicionamos em chapas diferentes. O Casaca! da mesma forma.

Muito é dito na política do Vasco sobre pessoas, mas pouco se conhece delas.

Todo o quadro social conhece bem hoje o grupo bicolor, cínico ou sonso, falsamente austero, pequeno em atitudes, que resolveu “decapitar” antigos companheiros de luta, quando esses saíram da linha movediça na qual se encontra atolado o MUV, desde que assumiu o Vasco em 2008, contando 10 anos de poder, com uma lacuna, na qual o clube reduziu sua dívida, ganhou mais títulos e taças e venceu mais vezes seus adversários diretos do Rio de Janeiro, reconstruiu patrimônio, pagou em dia em aproximadamente 90% da totalidade do período, obteve certidões positivas com efeito de negativas no mesmo percentual de tempo, reavivou Basquete, Remo, sua base e sua relevância institucional, tendo sido deixado na Taça Libertadores da América em 2018.

Por outro lado, digo, com tranquilidade, que o quadro social conhece outros atores políticos aparentemente muito, em função das massificações falsas de discursos pré-formatados e engolidos com a mesma tranquilidade que o Vasco engole hoje a situação de distanciamento em relação ao principal rival e se deixa enganar (ainda alguns poucos e muitos robôs) com os mais descabidos discursos.

Um tiro no pé político se dá quando se faz o que se fez na sexta-feira última, mas a imaturidade política leva a isso. Não vamos nos ater às justificativas de quem não as tem para qualquer punição e se vê obrigado a usar de pirotecnia para se justificar. Mas quem já fumou o estatuto para golpeá-lo, convenhamos, tem desculpa para tudo.

A imaturidade política, voltando, encontra-se alicerçada às questões pessoais e infantis, que, pondo o Vasco em plano secundário, dão vazão ao absurdo cometido contra dois conselheiros natos do clube, infringindo preceitos, inclusive, constitucionais, que tangenciam o contraditório e a ampla defesa para criar um gozo político de decidir algo que satisfaz às pequenezas de muitos, ou ao desconhecimento frontal do estatuto e do modus operandi por décadas do Vasco de outros.

Vale ressaltar para quem desconhece, que na gestão última, em outubro de 2020 (meses depois dos fins dos trabalhos da Junta Deliberativa), alegou o clube na ação 0176177-1-2020.8.19.001, proposta por dois associados (os quais obtiveram êxito no pedido) e distribuída à 27ª Vara Cível, que sócios gerais com três meses de inadimplência (na verdade mais de três meses pelo estatuto) são eliminados do quadro social, cabendo-lhes carência para voltar e possibilidade disso a partir de anuência do Conselho de Beneméritos (art. 43 caput e seu parágrafo único). O fato foi devidamente registrado por mim na reunião da última sexta-feira, em questão de ordem levantada na ocasião.

A questão aqui não é a probabilíssima reversão disso na Justiça, mas sim o ganho de tempo sem alguns opositores ferrenhos da gestão nela, tempo no qual não se tem dois votos contra o atual estado de coisas no Vasco.

Roberto Monteiro Soares foi adversário político meu e nosso (Casaca!), junto ao grupo que lidera (Identidade Vasco), durante anos a fio, mas na eleição de 2014, sob minha desconfiança prévia, o vi comportar-se como um digno representante do Vasco na qualidade de presidente da mesa. Mas não por conveniência, pois sua chapa era candidata à eleição e terminaria em terceiro lugar. Nada foi feito por ele no intuito de melar ou tumultuar o processo. Já sabendo do resultado preocupou-se o magistrado daquela eleição em elaborar a ata com todos os cuidados, a fim de que nenhum vagabundo fosse à Justiça questionar o resultado lídimo daquele pleito, o qual, repito, só lhe desfavoreceu, bem como desfavoreceu seu grupo, quanto ao numerário de votos.

Os anos passaram e, na minha cabeça, aquilo não foi menor.

Veio a eleição de 2017 e novamente em chapas distintas fomos para a disputa de votos em São Januário. Houve um racha da chapa vencedora e dali saíram, para o segundo turno, dois péssimos candidatos, na minha visão, para gerir o Vasco. O menos péssimo venceu e ambos acabaram abraçados no golpe dado contra o Vasco em novembro último, após o primeiro salvar o segundo de sindicâncias, junto com o grupo bicolor, apesar de um suposto regurgitar inicial de seus adeptos, ditos amarelos, logo após a derrota mais infantil de um candidato a presidente na história do Vasco, em janeiro de 2018.

Depois disso, eu, finalmente, tive uma conversa com Roberto Monteiro e depois muitas outras. Não concordo com tudo o que ele acha e ele não concorda com tudo do que eu entendo, discordo de algumas coisas que ele entende e ele discorda de algumas coisas que eu acho. E assim nos entendemos nos últimos três anos e tanto, respeitando a posição alheia e convergindo no que há para convergir.

Mais uma vez em 2020 seguimos caminhos diferentes nas eleições, mas fomos, ambos, institucionais no pleito. Na hora de os homens se mostrarem homens e dos covardes se mostrarem crianças imaturas.

O conteúdo de tudo, de lá para cá, já está devidamente sedimentado na cabeça dos vascaínos. Em esmagadora maioria, apesar do silêncio ensurdecedor da mídia convencional, num posicionamento meramente protocolar, indigno de sua força, diante do estapafúrdio que se viu e se vê no clube.

Meu lamento profundo pelo cometido contra Roberto Monteiro Soares e Edmilson José Valentim dos Santos (não menos injustiçado), coincidentemente pertencentes a um mesmo grupo, composto, embora adversário, por nomes outros de relevo e que terão por parte do Casaca! todo o apoio para o que for necessário, a fim de que esse mal ao Vasco, por extensão, não perdure por muito tempo.

Finalmente, ao Roberto Monteiro:

Aquilo que teu pai te deu, vagabundo nenhum vai tomar.

O tempo é o senhor da razão.

Sérgio Frias

O Vasco tem história e não há como distorcê-la ou apagá-la

A lamentável atitude da FERJ de usar a mesma nomenclatura de uma taça que valeu turnos por anos a fio para presentear o 5º colocado do Campeonato Estadual (com anuência ou silêncio do Vasco no arbitral que definiu essa bizarrice) pode ter trazido uma distorção, mas não vai apagar a supremacia do Vasco no 2º Turno do Campeonato Carioca, independentemente do nome que foi dado a ele através dos anos, o que ocorre, também, historicamente, quanto aos vencedores do 3º turno do Campeonato Carioca nas 10 vezes em que foi realizado, entre 1973 e 1997.

Abaixo os vencedores de turno, ano após ano, lembrando que a Taça Guanabara de 1980 foi um campeonato à parte do Campeonato Carioca, assim como a disputa dela entre os anos de 1965 a 1971.

Fora isso, o maior vencedor de Copas Rio, em competições disputadas pelos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, é o Vasco, com duas conquistas, o maior vencedor de Torneios Municipais é o Vasco, com quatro conquistas consecutivas (1944, 1945, 1946, 1947), o maior vencedor de Torneios Início é o Vasco, com 10 conquistas (1926, 1929, 1930, 1931, 1932, 1942, 1944, 1945, 1948, 1958) e o maior vencedor de Torneios Extras Cariocas é o Vasco, com 4 conquistas (1944, 1946, 1973, 1990).

Além disso, desde que o Vasco disputa o Campeonato Carioca, o maior vencedor de títulos cariocas invictos é o próprio Vasco (1924, 1945, 1947, 1949, 1992, 2016), com seis, a maior campanha do Campeonato Carioca na história do amadorismo é do Vasco (1924), a maior campanha da história do profissionalismo é do Vasco (1949), o melhor saldo de gols de um clube em um Campeonato Carioca foi obtido pelo Vasco (1977).

Desde 1972 os turnos foram implementados no Campeonato Carioca.

Abaixo a performance dos clubes cariocas ao longo desse período e uma curiosa estatística, considerando administrações:

Performance dos clubes cariocas:

Conquistas de turnos:

1972
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Fluminense
3º Turno – Vasco
——

1973
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Fluminense
3º Turno – Vasco e Fluminense
—–

1974
1º Turno – América
2º Turno – Vasco
3º Turno – Flamengo
——

1975
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Botafogo
3º Turno – Vasco
——-

1976
1º Turno – Vasco
2º Turno – Botafogo
3º Turno – Fluminense
——

1977
1º Turno – Vasco
2º Turno – Vasco
——-

1978
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Flamengo
——

1979 Especial
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Flamengo
——–

1979
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Flamengo
3º Turno – Flamengo
——

1980
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Vasco
——

1981
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Vasco
3º Turno – Flamengo
——-

1982
1º Turno – Flamengo
2º Turno – América
——

1983
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Flamengo
——

1984
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Vasco
——

1985
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Flamengo
——

1986
1º Turno – Vasco
2º Turno – Flamengo
——-

1987
1º Turno – Vasco
2º Turno – Bangu
3º Turno – Flamengo
——

1988
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Vasco
3º Turno – Vasco
——

1989
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Botafogo
——-

1990
1º Turno – Vasco
2º Turno – Fluminense
——

1991
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Flamengo
——

1992
1º Turno – Vasco
2º Turno – Vasco
——

1993
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Vasco
——-

1994
1º Turno – Vasco
——-

1995
1º Turno – Flamengo
—–

1996
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Flamengo
—–

1997
1º Turno – Botafogo
2º Turno – Botafogo
3º Turno – Vasco
——

1998
1º Turno – Vasco
2º Turno – Vasco
——

1999
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Vasco
—–

2000
1º Turno – Vasco
2º Turno – Flamengo
——

2001
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Vasco
——

2002
1º Turno – Americano
2º Turno – Americano
——

2003
1º Turno – Vasco
2º Turno – Vasco
——

2004
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Vasco
——

2005
1º Turno – Volta Redonda
2º Turno – Fluminense
——

2006
1º Turno – Botafogo
2º Turno – Madureira
———-

2007
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Botafogo
——

2008
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Botafogo
——

2009
1º Turno – Botafogo
2º Turno – Flamengo
—–

2010
1º Turno – Botafogo
2º Turno – Botafogo
—–

2011
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Flamengo
—–

2012
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Botafogo
—–

2013
1º Turno – Botafogo
2º Turno – Botafogo
——

2014
1º Turno – Flamengo
——

2015
1º Turno – Botafogo
——

2016
1º Turno – Vasco
——

2017
1º Turno – Fluminense
2º Turno – Vasco
——

2018
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Fluminense
——

2019
1º Turno – Vasco
2º Turno – Flamengo
——

2020
1º Turno – Flamengo
2º Turno – Fluminense
——–

2021
1º Turno – Flamengo
——-

GERAL:

1º Turno –

Flamengo – 22
Vasco – 12
Fluminense – 8
Botafogo – 6
América – 1
Americano – 1
Volta Redonda – 1
——

2º Turno
Vasco – 14
Flamengo – 12
Botafogo – 9
Fluminense – 6
América – 1
Bangu – 1
Americano – 1
Madureira – 1
——

3º Turno
Vasco – 5
Flamengo – 4
Fluminense – 2
——-

Período sem o MUV – (Agathyrno da Silva Gomes, Alberto Pires Ribeiro, Antônio Soares Calçada, Eurico Miranda)

Soma dos Turnos:

Vasco – 30
Flamengo – 30
Fluminense – 13
Botafogo – 9
América – 2
Americano – 2
Bangu – 1
Volta Redonda – 1
Madureira – 1
—–

Período do MUV (Roberto Dinamite, Alexandre Campello, Jorge Salgado)

Soma dos turnos:

Flamengo – 8
Botafogo – 6
Fluminense – 3
Vasco – 1
——

Turno por Turno

1º Turno
Flamengo – 5
Botafogo – 4
Fluminense – 1
Vasco – 1
——-

2º Turno
Flamengo – 3
Botafogo – 2
Fluminense – 2
Vasco – 0
—–

TOTAL:
Flamengo – 8
Botafogo – 6
Fluminense – 3
Vasco – 1
——

Disputa direta entre Vasco x Flamengo

Títulos de turnos:

Agathyrno da Silva Gomes – 7 x 10
Alberto Pires Ribeiro – 2 x 3
Antônio Soares Calçada s/ Eurico Miranda – 1 x 3
Antônio Soares Calçada c/ Eurico Miranda – 14 x 10
Eurico Miranda – 6 x 4
MUV (Roberto Dinamite, Alexandre Campello, Jorge Salgado) – 1 x 8
———

Século XXI

Campeonato Carioca

Para os defensores de que o Campeonato Carioca é “carioquinha” ou outros termos afins, vejamos neste século os títulos obtidos de Campeonatos Cariocas por todos os clubes cariocas, dentro do modelo MUV de desvalorização de Campeonato Carioca e quando o Vasco foi gerido por Eurico Miranda.

Século XXI

Vasco com Eurico Miranda

Campeonatos Cariocas

Flamengo – 5 títulos
Vasco – 3 títulos
Fluminense – 2 títulos
Botafogo – 1 título
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Vasco com o MUV

Flamengo – 6 títulos
Botafogo – 3 títulos
Fluminense – 1 título
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Se o Campeonato Carioca é tão fraco, tão simples de ganhar, nada justifica a estatística do Vasco neste século, quando gerido pelos apoiadores dessa luminar conclusão.

Sérgio Frias

Todos pela anulação

Os áudios veiculados sobre a decisão tomada pelo VAR de validar o probabilíssimo gol ilegal marcado pelo Internacional-RS, em partida diante do Vasco, ocorrida há 12 dias, tornam claro o cometimento de um erro de direito.

Cabe ao árbitro da partida validar ou não um gol, ou o contrário, mas convencionou-se, com a chegada do VAR, que em casos de lances objetivos, referentes a haver ou não impedimento, ficasse o árbitro impedido de dar seu veredito.

Vale a opinião da equipe que opera e analisa o lance, a chamada equipe do VAR.

Ora, se a máquina não está funcionando de forma adequada e não dá para saber sem os recursos dela, com 100% de certeza, se há ou não impedimento em algum lance, a equipe do VAR deve dar ao árbitro a decisão sobre existência ou não de uma irregularidade nesse quesito, ou ao menos dizer que não pôde concluir a validade ou não da jogada, afinal abre-se mão da opinião do árbitro, exatamente por haver um material que se mostrará inquestionável, a ponto de prescindir qualquer contestação da arbitragem de campo.

Não se trata, pois, de um erro humano, cometido por parte de quem operou a máquina, induzindo a equipe da cabine do VAR a cometer um erro. Não havia, isso sim, condição alguma para que da cabine se desse um veredito, e foi dado sem qualquer garantia de exatidão do lance, maculando a partida.

A olho nu ainda existe uma quase certeza de impedimento no lance, desculpas de todos os cantos já foram dadas, evidenciou-se irresponsável a manifestação de um dos árbitros presentes na sala do VAR, dizendo que era gol legal sem que nada comprovasse isso e com colegas questionando linhas e buscando prudência.

O Vasco foi prejudicado por um tipo de erro que o regulamento da competição não prevê, pois previsto está, na falta do VAR, que se dê continuidade à partida, mas, JAMAIS, neste caso, poderá haver uma definição de cabine sem que o próprio árbitro possa se manifestar contrário à ela, considerando uma opinião empírica e não objetiva, clara, com 100% de precisão.

O correto, na ocasião, era que a cabine dissesse ser inconclusivo o lance, em função de não haver recursos técnicos que pudessem garantir a legalidade da jogada ou não, cabendo, então, ao árbitro, que este decidisse junto ao auxiliar de campo, se validaria ou não o gol. E pouco importa se ele hoje ou amanhã disser que validaria, pois ele FOI OBRIGADO A VALIDAR O GOL, em função da decisão tomada via cabine.

Neste momento deve haver uma concentração geral para que o clube vá às últimas consequências, objetivando a anulação da partida. E que, a partir dela, o Vasco alcance o resultado, num outro jogo contra o mesmo adversário, que o manterá na primeira divisão do Campeonato Brasileiro para a edição de 2021.

Sérgio Frias

Resposta a uma das milhares de distorções expostas na rede sobre o Vasco deste século

Comentário feito por um internauta, Odilon Silva, no site Netvasco, matéria “Sérgio Frias participou de live do Canal Alexandre Laureano Melo Xandymenor; veja vídeo”

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FORA EURIQUISMO.. FORA CASACA….. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE ,JAMAIS BRILHAMOS NUMA COMPETIÇÃO NACIONAL OU INTERNACIONAL….QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE, JAMAIS TIVEMOS UM JOGADOR CONVOCADO PRA SELEÇÃO BRASILEIRA…. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE,JAMAIS TIVEMOS UM GRANDE PATROCINADOR…. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE,UM SEXTO LUGAR FOI MELHOR COLOCAÇÃO DO VASCO EM CAMPEONATO BRASILEIRO….. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE,SÓ GANHAMOS TRES ESTADUAIS….. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE,JAMAIS FIZEMOS UM CLÁSSICO INTERESTADUAL NO MARACANÃ PRA UM GRANDE PÚBLICO…. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE,O VASCO CAIU NOS RANKING DA CBF,CAIU NO RANKING DA CONMEBOL,CAIU NO RANKING DOS MAIORES PÚBLICOS DA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILEIRO….. QUATRO MANDATOS DO EURIQUISMO COMO PRESIDENTE,O VASCO SE APEQUENOU,DEIXOU DE FIGURAR NA PRIMEIRA GRANDEZA DO FUTEBOL BRASILEIRO…. FORA CASACA…. FORA EURIQUISMO…..FORA TURMA DA CASCATA……. S.O.S. VASCO……….TAMOJUNTOVASCAO.
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Resposta:

1 – Eurico morreu e “euriquismo”, se é para caracterizá-lo, significa 52 títulos (37 oficiais) em 25 anos e meio do próprio na condição de Vice-Presidente de Futebol e/ou Presidente de fato e/ou de direito do clube, mais freguesia imposta a todos os grandes clubes do Rio de Janeiro (Botafogo, Flamengo e Fluminense), 28 taças de campeão, oficiais, conquistadas em 44 disputas diretas (decisões), mais títulos oficiais que qualquer outro clube carioca no respectivo período, apenas para falar de futebol profissional.

2 – O Casaca! defendeu e defende a concepção de Vasco, que levou ao descrito acima e que não era a realidade do Vasco durante 25 anos antes da chegada de Eurico Miranda ao clube na função preponderante exercida por ele, como, também, não foi nos 9 anos e meio que o clube esteve sem ele neste século.

Os resultados falam por si só. Neste século, sem ele, por exemplo, o Vasco é freguês de Flamengo e Botafogo e o quarto em conquistas entre os quatro, no período anterior citado (1960 a 1985), o Vasco foi freguês de Flamengo e Fluminense e o quarto em conquistas entre os quatro.

3 – O que se chama de euriquismo comandando o Vasco neste século trouxe ao clube, no período de 10 anos e meio, freguesia imposta aos três grandes clubes do Rio (Flamengo, Fluminense e Botafogo), o Vasco foi o 2º clube, entre os quatro, com mais conquistas, igualou o maior recorde de vitórias consecutivas na Taça Libertadores, junto ao Cruzeiro de 1976 (isso em 2001), bateu seu recorde de invencibilidade em jogos oficiais, 34 jogos, entre 2015 e 2016, superando as marcas de Atlético-MG, Flamengo, Internacional-RS e Palmeiras nesse quesito e tem igualado o recorde de Corinthians e Cruzeiro neste século, também no mesmo quesito.

O clube aplicou as maiores goleadas de sua história contra Botafogo e São Paulo, conquistou 9 títulos oficiais, nas decisões diretas de taça, ganhou 8 e perdeu 4 (ganhou, portanto, o dobro), pela 1ª vez em sua história, eliminou o Flamengo em mata-mata de 3 competições seguidas, sendo campeão em duas delas, pela 1ª vez conquistou um título carioca em decisão contra o Botafogo em toda a história, com direito a bis no ano seguinte.

O título Brasileiro e da Copa Mercosul de 2000 foram obtidos com ele, Eurico Miranda, já presidente eleito (fez na época as duas chapas vencedoras) e só houve o jogo, já em 2001 contra o São Caetano, porque ele se mexeu para tal e enfrentou o verdadeiro sistema, este abraçado pelo MUV e seus penduricalhos ao longo do século, por covardia e subserviência da sigla a ele.

4 – Além do título conquistado em janeiro de 2001, o Vasco chegou à final e semifinal da Copa do Brasil de 2006 e 2008, em 2006 foi o 6º colocado, a uma trave da Libertadores, e em 2017 o clube foi deixado na Taça Libertadores.

Vale destacar que em competição longa, no caso o Campeonato Brasileiro, curiosamente, houve em 2001 a perda de 10 pontos na balança dos erros de arbitragem, o que impediu ao Vasco se classificar para a fase de play-offs naquele ano, como ocorreu na temporada seguinte, em função de 5 pontos tomados (o Vasco ficaria com a vaga do Santos, Campeão Brasileiro naquele ano).

Desde o início dos pontos corridos, em 2003, os prejuízos na balança de arbitragem, ano a ano, demonstram que o sistema é pesado.

Em 2003 e 2004 foram 6 pontos tomados, em campanhas ruins feitas pelo Vasco, em 2005 foram 5, teria o Vasco ficado em 8º com o mesmo número de pontos do 6º (5 pontos tomados), em 2006 teria ficado em 4º, 1 ponto atrás do 3º (7 pontos tomados), em 2007 teria ficado em 9º, com a mesma pontuação do 8º (1 ponto apenas tomado), em 2008 o clube teria sido deixado em 6º, não em 9º, para o MUV assumir (3 pontos tomados), ocasião na qual o Vasco era dos cariocas o que menos havia frequentado a zona de rebaixamento na era dos pontos corridos e estava há 108 rodadas sem figurar no Z4.

No retorno de Eurico Miranda ao poder, o sistema pesado foi ainda mais pesado e tirou do Vasco, em 2015, 14 pontos. O clube ao invés de chegar em 8º acabaria a competição em 18º.

Caso o mesmo critério fosse aplicado ao Vasco ao longo dos outros anos, o clube teria caído 9 vezes em 17 oportunidades e naquele mesmo ano (2015), Flamengo, Fluminense (que somou apenas 14 pontos no returno e estava livre do rebaixamento na última rodada do campeonato), Cruzeiro e Palmeiras (Campeão da Copa do Brasil naquele ano) teriam caído caso sofressem o mesmo prejuízo de arbitragem experimentado pelo Vasco.

Finalmente, em 2017, com “apenas” a metade dos pontos tomados do Vasco, o clube terminaria o Campeonato Brasileiro em 3º lugar, empatado com o 2º colocado e não em 7º, classificado à Libertadores, como ficou.

Na Copa do Brasil não custa lembrar os garfos sofridos em 2003, contra o Cruzeiro (4ª de final), em São Januário, em 2008, contra o Sport (semifinal), em São Januário, e em 2016, contra o Santos (8ª de final), em São Januário.

5 – Como sabemos o Vasco teve convocados para a Seleção Brasileira Romário, Juninho Paulista, Euller, Fábio e Morais neste século, com Eurico Miranda no poder.

6 – Tivemos um grande patrocinador master, a CEF, obtido porque o Vasco teve certidões ao longo do período em que firmou os contratos (2015 a 2017), que trouxe ao clube, em 3 anos, uma média de 11,5 milhões de reais ano em patrocínio, valor três vezes maior que o da última gestão no clube, e, em 2017, proporcionalmente maior que o da Eletrobrás no contrato assinado entre maio e dezembro daquele ano.

Destaque-se, também, que o contrato com o Nations Bank, a maior parceria do Vasco no século passado, foi conseguido por ele e não por mais ninguém, quando era, então, Deputado Federal.

Não podemos nos esquecer que em 2015 o clube fechou pelo triplo do valor conseguido em 2020, as mangas da camisa com a Viton 44 e devemos salientar, ainda, que mesmo com o calote da LASA no início de 2018, ainda ficou por descumprimento contratual e espaço livre na camisa desde fevereiro daquele ano e 2,6 milhões a serem buscados via Justiça.

Mas devemos lembrar, fundamentalmente, das cotas de TV, já que o assunto é receita. Até 2011, contrato assinado por Eurico Miranda em 2008, o clube era partícipe do 1º grupo entre os recebedores de cotas de TV, sem ganhar um centavo a menos que qualquer um, em nível estadual e nacional, considerando todas as plataformas.

A grande distância vista em relação ao Flamengo, inclusive para quem critica a média de patrocínio obtida via CEF pelo Vasco, começa no ano de 2011, ocasião na qual um time foi montado sem ter como pagá-lo (salários sistematicamente atrasados) num momento de exceção, quanto à performance (duradoura até o meio de 2012, cerca de 15 meses no total) daquilo que foi a gestão MUV, com consequências vistas dois, três anos depois.

7 – Em 11 Campeonatos Estaduais o Vasco venceu três nesse período. Em 98 Campeonatos Cariocas ao longo de sua história o clube venceu 24. Basta fazer as contas para ver qual percentual é mais favorável.

Se formos comparar os últimos 50 anos do Vasco sem Eurico Miranda presente, desde Vice-Presidente de Futebol, foram 9 títulos obtidos.

Ou seja, a média obtida em 11 anos com ele Presidente do clube é superior à média histórica do Vasco na competição, como, também, é superior à média dos últimos 50 anos, nos quais tivemos 7 anos de Expresso da Vitória (dos 9 vividos pelo Vasco nesta condição) no meio da conta.

Evidencia-se que o torcedor em questão despreza uma média de conquistas superior à média do próprio clube.

Além disso, vale ressaltar que em 11 disputas o Vasco obteve um título carioca invicto, enquanto nos outros 87 anos obteve 5. Faça-se novamente as contas e teremos qual média é a melhor.

8 – O Vasco não jogou os grandes clássicos interestaduais no Maracanã neste século e sim em São Januário por opção, a mesma que fez em relação às conquistas da Taça Libertadores de 1998, da Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro entre 1998 e 2000 (exceto o jogo remarcado contra o São Caetano) e outro com o São Paulo, em 1999, com derrota e pequeno público, como por obrigação a Copa do Brasil de 2011.

Os grandes clássicos interestaduais deste século disputados no Maracanã trouxeram para o Vasco, normalmente, empates ou derrotas, perdendo o clube, por exemplo, a chance de uma classificação para a final da Copa do Brasil em 2009 (o próprio treinador do Corinthians à época afirmou que preferia o jogo no Maracanã a que ele fosse disputado em SJ).

9 – Quando Eurico Miranda saiu do Vasco, em junho de 2008, o Vasco era o líder do ranking em pontos ganhos da CBF, era o último Campeão Sul-Americano e da Libertadores do Rio de Janeiro e apenas o São Paulo possuía, entre os clubes brasileiros, mais títulos da principal competição da América interclubes entre os clubes brasileiros. A dura realidade para quem quis sua saída foi ver o decréscimo do clube, a partir de julho daquele ano.

10 – O Vasco não esteve interessado em obter os maiores públicos da história do futebol brasileiro, quando disputou o Campeonato Brasileiro de 2000. A opção por São Januário foi ignorando tal questão.

Se houve diminuição da capacidade de São Januário de 25.000 pagantes para 15.000 em um ano, apenas, de MUV, se não houve a reforma de São Januário em 2008/2009, já com um protocolo de intenções assinado junto à empresa LusoArenas para que isso ocorresse, deixado pela gestão de Eurico Miranda para o MUV, se o Vasco ficou a gestão toda do MUV sem disputar clássicos estaduais em São Januário, enganando a torcida quanto à sua intenção no Campeonato Brasileiro de 2011 (e isso sem Maracanã, por anos e ate mesmo o Engenhão em dado ano), aí se demonstra o que fez o Vasco decrescer.

O Vasco não decresceu de público, decresceu de valorização do que é seu, alegrando o sistema, enquanto praticamente triplicava a dívida real do clube em 6 anos e 5 meses de gestão MUV.

11 – Um clube que estapeia no período todos os seus principais adversários, com os quais divide mercado e preferência dos torcedores, batendo de mão aberta no Flamengo (cinco de novo), eliminando-o por três vezes consecutivas de competições das quais ganha duas, que pela 1ª vez derrota em decisão de Campeonato Carioca o Botafogo, repetindo o feito no ano seguinte, que não perde uma única decisão de taça para o Fluminense e que é deixado na 1ª saída do dirigente, em 2008, na nona colocação no Campeonato Brasileiro, há 108 rodadas sem frequentar a zona de rebaixamento, sendo o que menos vezes frequentou tal zona entre os quatro grandes do Rio, ainda classificado para a Copa Sul-Americana do mesmo ano, e que é deixado na Taça Libertadores da América no período último da gestão do próprio Eurico Miranda, esteve longe de apequenar-se a não ser que consideremos Flamengo, Fluminense e Botafogo apequenados no respectivo período.

12 – Você disse tudo. É hora de dar um basta nas cascatas, repetidas milhares de vezes, que denigrem a imagem do Vasco para atingir uma pessoa, editando aquilo que ela obteve no próprio Vasco, como se nada representasse, alimentando ódio diário e distorcendo diariamente a história do clube.

Chega de cascata! Fora as distorções! Deixem o Vasco andar e parem de desvalorizar aquilo que o Vasco conquistou, porque seu político ou grupo político não ganhou, ou porque seu adversário histórico político conquistou.

Sérgio Frias

Ao pé frio, Alexandre Campello

Ao pé frio, Alexandre Campello,

O fundamento da reunião convocada, em noite de jogo de um time que nunca foi o meu, porque jamais me entendi rubro-negro, foi mostrar aquilo que ficaria evidenciado no mês seguinte: uma tentativa sórdida do presidente do clube de impedir a entrada de centenas de sócios, por conta do proponente, algo fora do estatuto, evidentemente.

Quis eu cortar o mal pela raiz, porque sabia que a raiz das intenções de tentar de todas as formas impedir a entrada de novos sócios estatutários no clube era podre.

SÉRGIO FRIAS