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Nota aos vascaínos: posição do Casaca! em relação à SAF, 777 e CRVG

Aos vascaínos,

Nosso posicionamento desde 2021 foi contrário a que o Vasco fosse gerido por terceiros, uma vez que diferentemente daquilo por muitos vendido há sim condições de o clube ser gerido por aqueles que se candidatam para isso e são escolhidos pelo quadro social, exatamente por isso.

Em 2022 a direção do clube à época percorreu um caminho às cegas, vendendo informações distorcidas ao público, desesperando os torcedores com a manutenção do clube na Série B, afirmando seus dirigentes à época que (com eles lá) não viam qualquer perspectiva de resolução não fosse a criação de uma SAF.

A partir da criação da SAF o que não se debateu foi quem controlaria o futebol do Vasco. O próprio clube ou terceiros? Foi compelido aos vascaínos, num contrato obscuro quanto ao seu teor, decidir por sim ou não, pressionados pelo “sim”, induzidos ao “sim”, quase que chantageados pelo “sim”.

Os quase mil associados contrários ao que se pretendia fazer estavam cobertos de razão, mas a razão de todos eles não estava alicerçada em mero achismo. Muitas e muitas horas de elucidação ao público, de enfrentamento a retóricas vazias, mas fundamentalmente baseados no bom senso. O mesmo bom senso faz com que oito dos grandes clubes brasileiros estejam esperando o momento certo para se tornar SAF (ou vender percentual de ações a terceiros uma vez adotando tal modelo), aguardando que surjam no mercado candidatos a parceiros e não a donos, pois sabem, como a coletividade vascaína sabe em relação ao seu clube, a grandeza que possuem. São clubes menores que o Vasco, muito mais endividados que o Vasco, imersos em brigas políticas das mais ferrenhas, mas com uma visão em comum: a soberania deles enquanto instituição.

Há mais de 100 anos brigas que começavam nos conselhos e se expandiam à mídia eram assunto quando se falava em Vasco. Um grupo exigia que o candidato à presidência do clube fosse português, outro lado entendia que deveria ser um brasileiro, mas quando o Vasco era alvo de terceiros os dois grupos se uniam em prol do clube e daquilo que institucionalmente deveria ser protegido.

O Vasco, como instituição, não pode se proteger sozinho. É necessário para isso que haja a ação de quem o representa naquele momento, de seu quadro social, de sua torcida.

O discurso vendido nos últimos anos, como o de solução, desprotege o Vasco, avilta o Vasco e, por consequência, seus torcedores, independentemente se possuem cargos, título de sócios ou apenas uma camisa do Vasco que os identifique como torcedores.

Mais uma vez nosso papel é exemplar. Ao invés de nos focarmos em discussões menores, temos nos posicionado em favor daquilo que a direção procura passar ao público, quanto à necessidade de que o Vasco saia dessa furada na qual se meteu.

Não sabemos se o Vasco, como clube, terá a oportunidade de recuperar sua soberania, sua autonomia, como acionista majoritário de uma empresa que tem nele, na sua marca, no seu histórico e em seus torcedores um norte. Mas sabemos que se a oportunidade for dada, seus gestores ou quetais devem, baseado em todos os discursos de amor e paixão ao clube proferidos por anos, décadas, não revendê-lo por 30 ou 60 dinheiros.

Casaca!

A 777 Partners está falindo?

A empresa 777 Partners enfrenta uma crise após chamar administradores de falência, é o que diz a revista Josimar Footbal. Os proprietários da empresa, Josh Wander e Steven Pasko, teriam sido removidos do conselho da divisão de futebol. A empresa perdeu o controle de várias subsidiárias, incluindo uma companhia aérea australiana e parte de suas operações de leasing de aeronaves. Investigações de fraude e ações judiciais de credores estariam contribuindo para a deterioração da situação financeira da empresa. Suas tentativas de aquisição do clube de futebol Everton e o aumento de sua participação no Melbourne Victory FC foram interrompidas. A incerteza paira sobre o futuro das subsidiárias restantes e dos clubes de futebol sob seu controle.

Confira a reportagem completa:

Josh Wander e Steve Pasko foram removidos do conselho da divisão de futebol da 777 Partners depois que especialistas em falências foram chamados.

Por Paul Brown e Philippe Auclair

Se toda a conversa desta semana foi sobre o Everton potencialmente ter que entrar em processo de insolvência devido a dúvidas sobre sua aquisição pela 777 Partners, na verdade é a própria empresa de Miami que está lutando por seu futuro após chamar os administradores, como confirmado em um e-mail interno assinado pelos proprietários Josh Wander e Steven Pasko, que a Josimar teve acesso, e que foi compartilhado com a equipe na quinta-feira.

Ian Ratner e Ron Glass, da B. Riley Advisory Services, foram trazidos “para assumir papéis de governança dentro de nossa organização”. O que esses papéis serão com a 777 Partners pode ser inferido por seus registros anteriores. O Sr. Ratner lista “serviços de consultoria em falências” e “litígios de falências” entre suas áreas de especialização, enquanto o Sr. Glass, que também trabalhou como agente liquidante e administrador, cita “processos de falências” e “gestão de crises” em sua experiência.
Outro executivo da B. Riley, Mark Shapiro, foi chamado para supervisionar as operações da empresa como ‘Diretor Operacional Interino’. O Sr. Shapiro também possui uma vasta experiência em “reestruturação” e processos de falências.

A Josimar entende que Ron Glass estava no local nos escritórios da 777 Partners em Miami na sexta-feira logo após a notícia de seu envolvimento ter vazado, e que tanto Wander quanto Pasko já foram removidos do conselho da entidade que administra todas as suas operações de futebol. Nutmeg Acquisitions LLC, uma empresa sediada em Delaware que controla o Red Star FC, o Genoa CFC, o Standard de Liège, o Hertha Berlin e o Vasco da Gama, bem como a participação minoritária da 777 no Sevilla FC e no Melbourne Victory (*), agora está sendo administrada pelo sócio operacional Don Dransfield, anteriormente da City Football Group.

Essas notícias dramáticas não serão uma grande surpresa para os leitores da Josimar, mas a rapidez com que o império de empresas operadas pela 777 Partners parece estar desmoronando ainda é chocante. Na verdade, é importante observar aqui o quanto resta desse império. Wander e Pasko há muito afirmam que a 777 Partners operava 60 empresas em diversos setores. Isso já não é mais verdade.

O primeiro dominó a cair foi a companhia aérea de baixo custo australiana Bonza, que entrou em processo de insolvência depois que sua frota de aviões foi retomada pela AIP Capital, até recentemente uma subsidiária da 777, antes de se tornar parte de uma entidade maior controlada por Kenneth King da A-CAP. Como parte desse acordo, a 777 perdeu o controle de todas as suas operações de arrendamento de aeronaves e os direitos de seu pedido restante à Boeing, e seu nome prontamente desapareceu do livro de pedidos da fabricante aeroespacial. A 777 Partners também possui uma companhia aérea de baixo custo canadense em seus registros chamada Flair. Mas em outro acordo envolvendo King, ela foi obrigada a reduzir sua participação de 25 por cento para menos de dez. Tudo isso é significativo porque, até recentemente, King era o maior apoiador da 777 e a única fonte de financiamento restante. Isso mudou quando a resseguradora da empresa, 777re, sediada em Bermuda, sofreu um rebaixamento de classificação de crédito em fevereiro deste ano. Como resultado, King e as seguradoras sob o guarda-chuva da A-CAP foram obrigados a “desinvestir” da 777 Partners. Mas King, que emprestou mais de 2,5 bilhões de dólares americanos ao grupo em dificuldades, também está sob escrutínio dos reguladores que investigam seus negócios de seguros nos EUA.

Então, o que exatamente resta da 777 Partners? Os clubes de futebol, apesar de não serem lucrativos e estarem atolados em dívidas, permanecem sob controle da empresa. Também permanecem sob controle as empresas de liquidação estruturada nas quais eles primeiro se destacaram. Há uma empresa de locação com opção de compra sediada em Tampa, Flórida, que oferece aos clientes uma alternativa ao crédito tradicional, uma divisão de financiamento de litígios que também foi alvo de processos judiciais, alguns investimentos em tecnologia financeira e participações na British Basketball League e em sua franquia principal, o London Lions, ambos não lucrativos. Em resumo, não resta muito do império que uma vez afirmava gerenciar 10 bilhões de dólares em ativos.

O resultado de tudo isso é que a tentativa de aquisição do Everton pela 777 Partners, na qual o atual proprietário Farhad Moshiri havia concordado em setembro de 2023, está totalmente morta na água, e o quadro financeiro da empresa como um todo permanece precário.
No início desta semana, uma fonte interna da 777 Partners disse à Josimar que “não há mais dinheiro entrando” – ou saindo, como exemplificado pela situação precária do Standard de Liège, que, de acordo com várias fontes belgas, parou de processar todos os pagamentos, exceto os mais essenciais, e agora enfrenta a perspectiva de retomada, após reclamações apresentadas em Liège pelo ex-proprietário do clube, Bruno Venanzi, e pelos acionistas da Immobilière du Standard, a empresa que havia vendido o estádio para a 777. Nenhum dos dois recebeu as segundas parcelas dos pagamentos que a 777 deveria fazer até 20 de abril. Um juiz decidirá se deve ou não apreender os ativos belgas da 777 até 15 de maio. Membros de torcida organizada que vinham demonstrando contra a participação da empresa em seu clube há meses compareceram em centenas ao centro de treinamento do clube na sexta-feira, 10 de maio, e impediram que seus jogadores fossem para o Stade de Sclessin, onde deveriam jogar contra o Westerlo naquela noite. O jogo foi cancelado como resultado de sua ação.

O Genoa CFC, que ainda está endividado em 210 milhões de euros apesar de receber um desconto fiscal de 65 por cento do Tesouro Italiano, também é dito estar passando por um período delicado. O doyen do calcio anunciou que não pediria uma licença da UEFA para a temporada 2024-25. “Consideramos se pedir a licença até o último momento”, disse o CEO do Genoa, Andres Blasquez. “Preferimos não o fazer quando soubemos que não tínhamos chance de participar [das competições da UEFA], evitando sacrifícios desnecessários. Conseguiremos a licença na próxima temporada.” Outra explicação foi fornecida por uma fonte local: para obter a licença da UEFA, o Genoa teria que pagar o que devia em taxas de transferência para outros clubes europeus até meados de março e aparentemente não estava em condições de fazê-lo. O Genoa CFC também deve pagar por sua licença da Serie A até 15 de junho, no máximo.

As ondas de choque também serão sentidas na Austrália, onde a 777 Partners estava prestes a aumentar sua participação no Melbourne Victory FC: o principal patrocinador do clube era a Bonza.

Parece que o fio que finalmente quebrou as costas do camelo foi a apresentação de uma queixa por fraude e dupla garantia de 350 milhões de dólares em ativos por um dos principais credores da 777 Partners, a Leadenhall Capital. Essa ação judicial acusou Wander e Pasko de “operar um jogo de concha gigante no melhor dos casos e um esquema Ponzi descarado no pior, que tira dinheiro de investidores e credores e o redistribui para diversos alter egos deficitários na empresa” e que o Everton é apenas “o mais recente objeto reluzente do esquema fraudulento de Wander”. Mas em algum momento de qualquer jogo de concha, as conchas têm que parar de se mover. Parece que chegamos a esse ponto para a 777 Partners.
777 Partners, Ian Ratner e Ron Glass foram contatados para comentar.

(*) Nutmeg Acquisitions LLC controla o Red Star através da 777 Holding Entity France, o Genoa CFC e suas ações do Sevilla via Sevillistas Unidos 2020 SL, o Vasco da Gama através da 777 Carioca LLC, o Hertha e o Standard através da 777 SDL BV e o Melbourne Victory através da 777 MV LLC.

Live do Casaca: “Hora de Aprender com os Erros para não repeti-los” – Futebol, SAF e mais

Logo mais teremos nossa live de número 1328 em que abordaremos os recentes acontecimentos do Vasco.

  • Quarta derrota consecutivo no Campeonato Brasileiro
  • O balanço da SAF e suas evidências
  • Salários em dia no ano passado?
  • Quase 110 milhões de reais comprometidos daquilo que se prevê do aporte deste ano
  • A VascoSAF não atacou a dívida como devido.
  • Custos operacionais aumentaram nos maus diversos setores.
  • Seis anos de adiantamento das cotas de TV entraram na cinta da SAF no ano passado
  • Hora de aprender com os erros para não repeti-los
  • O Vasco é Meu é Seu é Nosso!

Live de análise sobre o Vasco:

🕗 Ao vivo a partir de 22h.
🔔 Ative o lembrete para ser notificado quando a live começar.
▶️ https://youtu.be/O0oucEOqghU
👥 Compartilhe com seus amigos vascaínos.

Participe da discussão sobre o futuro do clube.

Novas acusações de Fraude Contra 777 Partners: Dona da Vasco SAF em escândalo financeiro

A 777 Partners, sócia majoritária da Vasco da Gama SAF, estaria no centro de um escândalo financeiro, é o que afirma a Bloomberg. Acusações de fraude foram feitas por credores, alegando que a empresa utilizou ativos inexistentes ou já comprometidos como garantia para empréstimos. O cofundador da 777 Partners admitiu violações de acordos e falta de controle sobre as operações da empresa.

De acordo com informações obtidas pelo canal, um informante revelou que “um acordo expresso com a 777 Partners concedeu à A-Cap o direito de controlar todos os aspectos das operações da 777 Partners”, conforme alega a Leadenhall na queixa. O informante também afirmou que a 777 teria falsificado demonstrações financeiras para encobrir o problema do colateral, segundo a ação judicial.

Essas revelações levantam questões sobre a integridade das práticas financeiras da 777 Partners. Considerando a gravidade das acusações, é importante investigar se essas práticas se estendem a outras áreas de atuação da empresa.

Reflexão: Devemos suspeitar que a 777 também falsificou demonstrações financeiras no Vasco?

Não é a primeira vez que a 777 Partners se encontra envolvida em controvérsias. Discutimos em live outros casos envolvendo empresa. Assista para mais informações sobre o histórico problemático da empresa.

Live do Casaca: “Direção amordaçada” – Futebol, Conselho, Remo e +

Logo mais teremos nossa live de número 1327 em que abordaremos os recentes acontecimentos do Vasco.

  • Direção do Vasco amordaçada: proibição na comunicação imposta à direção do Vasco e o impacto disso nas decisões e no futuro do clube.
  • Derrota histórica para o Criciúma: análise da quinta derrota por uma diferença de quatro gols ou mais, em São Januário, nesse século.
  • VascoSAF na zona de rebaixamento: a situação atual da VascoSAF, posicionada novamente na zona de rebaixamento, e os desafios que a equipe enfrenta.
  • Ramon Diaz em incerteza: as reviravoltas, notícias e especulações em torno da situação do técnico Ramon Diaz no Vasco após a derrota para o Criciúma.
  • Conselho Deliberativo reunido: comentaremos sobre a última reunião do Conselho Deliberativo do Vasco, destacando as decisões e discussões importantes para o futuro do clube.
  • Vitória na regata de Remo: importante vitória do Vasco em uma regata de remo, após nove anos de espera.
  • Título na base contra o Flamengo: conquista do Vasco na base, vencendo o Flamengo por 4 x 1 de virada.

Live de análise sobre o Vasco:

🕗 Ao vivo a partir de 22h.
🔔 Ative o lembrete para ser notificado quando a live começar.
▶️ https://youtu.be/gl9XMViKwWs
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Participe da discussão sobre o futuro do clube.

Blackout de serviços e informações na secretaria do CRVG

As décadas se passaram e o atendimento ao sócio vascaíno evoluiu de acordo com as tecnologias disponíveis em cada época. Era de se esperar que a oferta de serviços apenas melhorasse nos últimos três anos. Infelizmente, estamos nos deparando com desmontes e retrocessos na atual gestão da secretaria do CRVG.

Com a transformação do Futebol do Vasco em SAF, e quase imediata entrega para a 777 Partners, a SAF herdou as receitas do clube, o departamento de Marketing estruturado, a plataforma Sócio Gigante e os canais oficiais (site e redes sociais). O CRVG se colocou na obrigação de começar tudo do zero e isso gerou o primeiro colapso de informação com o sócio estatutário.

Em junho, houve mudança de plataforma dos sócios estatutários para outra empresa, que afetou a cobrança de mensalidades e até o status para participar da eleição. A comunicação do CRVG foi tímida, exclusivamente por e-mail, e misturou-se às propagandas da loja do Vasco e adesão ao sócio torcedor da SAF. Não houve campanha informativa em dias de jogos, nem tutoriais em canais oficiais do Vasco e absolutamente nada nos programas de TVs, rádios e jornais esportivos.

Em agosto, enquanto o CRVG realizava o período de impugnação para participação da eleição, o sócio estatutário ainda se desesperava para descobrir a nova plataforma e obter acesso com a senha antiga. Além disso, ainda enfrentava mil obstáculos para se comunicar com a secretaria. Superado o período de transição e falhas técnicas constantes da plataforma, quem consegue fazer login, fica confuso achando que o clube deletou sua matrícula e não encontra nenhuma área para atualizar dados cadastrais.

Em um passado recente era possível se tornar sócio estatutário do CRVG pela internet. Porém, essa facilidade foi interrompida durante a atual gestão. Não consta em lugar nenhum a informação sobre quais planos de sócios estatutários estão disponíveis, taxa de adesão, forma de pagamento, custos de transferência de títulos de sócios, documentos necessários, etc.

Para piorar esse cenário, ocorreu um blackout nos canais de comunicação do sócio com a secretaria. O e-mail de contato não responde. O telefone disponibilizado não completa a ligação. E o WhatsApp foi desativado.

Tentativa de contato com a secretaria do clube, sem resposta

Aparentemente, a única forma de conseguir atendimento pela secretaria do CRVG é comparecer em São Januário durante o horário comercial. As demandas da vida moderna impedem esse deslocamento para quase a totalidade dos vascaínos, principalmente quem não mora na cidade do Rio de Janeiro.

Um quadro social de aproximadamente 6 mil sócios estatutários ativos. Uma torcida com milhões e milhões de adeptos. Uma gestão incapaz de oferecer facilidades de serviço e o atendimento básico.

Casaca! Inaugura Loja Online com camisas exclusivas e promoções

O CASACA! lançou sua loja online em parceria com a plataforma “Uma Penca”.

Na vitrine já temos três camisas à venda, com modelagem regular ou babylook, várias opções de cores e tamanhos.

Vale destacar a estampa exclusiva da camisa retrô “Campanha Eurico”, referente à camisa da disputa eleitoral do Vasco no triênio 1986-88, que foi resgatada na série “A Mão do Eurico”.

Aproveite a promoção de Black Friday que oferece frete grátis nas compras a partir de R$ 200. É possível parcelar no cartão de crédito em 3x sem juros.

Acesse: casaca.com.br/loja

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Reunião aberta do Casaca! Eleições CRVG 2023 – Rumo à vitória no pleito de 11/11

Caro Sócio, convocamos você para a nossa próxima reunião aberta, que será realizada no dia 7 de novembro, na Casa das Beiras, localizada na Rua Barão de Ubá, 341, Tijuca.

A reunião terá início às 19h30, e contamos com a sua presença para enriquecer o debate e contribuir para o sucesso da nossa campanha.

Esperamos por você na Casa das Beiras no dia 7 de novembro. Sua participação é fundamental para o futuro do Clube.


Convocação:
07/11 – Reunião aberta do Casaca!
Tema: Eleição 2023
Rumo à vitória no pleito de 11/11
Local:
Casa das Beiras
Rua Barão de Ubá, 341 – Tijuca
Horário: 19:30

Nota de Falecimento: José Henrique Rocha

Faleceu na madrugada deste domingo (29/10/2023) aos 54 anos, o sócio proprietário José Henrique Rocha. Entusiasta das ideias do Casaca! Zé Henrique era um grande vascaíno, apaixonado pelo clube e presença quase onipresente nos debates pelas redes sociais, buscando sempre soluções para o Club de Regatas Vasco da Gama. O Casaca! Se solidariza com os sentimentos da família e dos muitos amigos que deixou.

Nota de Falecimento: Danilo Almeida

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu na madrugada de ontem (23/10), aos 77 anos, Danilo Henriques de Almeida, sócio benfeitor remido do CRVG.

Diretor da GTI Turismo, cuidou da logística das viagens do futebol e outros esportes do Vasco, desde a década de 90 até meados de 2008.

Danilo foi um grande encorajador do movimento de oposição que deu a vitória a Eurico Miranda na eleição do Vasco em 2014.

Danilo foi um vascaíno de quatro costados e a equipe do Casaca, já saudosa por sua passagem, se solidariza com o sentimento de sua família e dos mais diversos amigos que deixou.