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O Vasco pretende lançar, em breve, projeto que possibilitará a descoberta de talentos para o futebol. A intenção é criar uma rede de observadores que possam indicar para o clube jovens promissores. A ideia, a princípio, é dispor de ex-atletas que jogaram pelo Vasco para a função. Pelo menos um em cada estado brasileiro. Já há cerca de 30 ex-jogadores vascaínos dispostos a atuar neste programa.

A exceção ficaria por parte do ex-atacante da seleção paraguaia Cabañas, que seria mais um observador, mesmo sem ter sido jogador do Vasco e, ao contrário dos demais, atuando em território vizinho, também celeiro de bons jogadores.

Por motivos óbvios, a torcida do Vasco passou a nutrir simpatia por Cabañas e, anos depois, se sensibilizou com os acontecimentos que reduziram seu tempo de carreira. Aquela que era até ali uma trajetória de sucesso, foi interrompida repentinamente, trazendo dificuldades posteriores evidentes. Há, portanto, um caráter social por trás desta iniciativa, também.

Ocorre que aqueles de visão turva, torta e burra, que insistem na crítica com fins meramente políticos, decidiram se pronunciar. E, como sempre, foi um desastre. Referimo-nos ao ex- executivo da Odebrecht e da Andrade Gutierrez (currículo informado pelo próprio), mas que assina ações contra o Vasco dizendo-se jornalista, Julio Brant. Em tom de galhofa, ele diz que dispõe de telefones de vários que poderiam efetivamente ajudar. Com sua perspicácia de sinal negativo, informa que os contatos que possui são melhores tecnicamente, como se isso fosse relevante na observação de potenciais jogadores. Ou seja, um bocó dando voz a ressentidos.  

Nós já sabemos quem são eles, caro jornalista. No geral, bem resolvidos financeiramente, empregados por enormes redes de comunicação ou, mesmo que não, ou ainda não, com colchão forrado até o final de suas vidas. Não sei se a sua inteligência permite, mas desconfia-se que o Vasco está a procura de outros perfis, se é que conseguimos nos fazer entender.

Há, portanto, mais uma importante ideia no horizonte. Torçamos para que esta rede de observadores seja composta por diversos ex-atletas com os quais nos identificamos no passado e que, possivelmente, foram esquecidos ao longo do tempo. Torçamos, também, para que Cabañas, protagonista de um feito que muito alegrou os vascaínos, esteja inserido nela. E aos burros, cegos e ingratos, que façam bom proveito de suas agendas telefônicas nas discussões medíocres de todos os dias.

 

CASACA!

Classificado! Após vencer o São Paulo, atual bicampeão da Copa do Brasil, em São Januário por 1 a 0, a equipe sub-20 do Vasco da Gama mediu forças com o time paulista no Morumbi, nesta quarta-feira (26/04), pelo jogo de volta das oitavas de final da competição nacional. Com gols de Bruno Cosendey e Paulinho, o Gigante da Colina venceu por 2 a 0 e avançou às quartas de final.
 
Na próxima fase, os Meninos da Colina vão enfrentar o Vitória, que passou pelo Goiás. Porém, antes disso, o Vasco volta a campo, domingo (30/04), contra o Fluminense, pela decisão do Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. A partida será às 10 horas, em Laranjeiras.
 
O JOGO
 
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Meia Dudu protege a bola do jogador do Tricolor Paulista

Jogando longe de seus domínios, o Vasco teve a primeira grande chance da partida aos dois minutos, Após cobrança de escanteio, Ricardo subiu mais alto que a defesa adversária e a bola bateu na trave. Em seguida, o Cruzmaltino teve outra chance desperdiçada por Robinho.

 
Após as oportunidades criadas pelo Cruzmaltino, a equipe do São Paulo respondeu. Shaylon arriscou, por duas vezes, chutes de fora da área, mas o goleiro João Pedro defendeu. Na casa dos 25 minutos, o atacante Robinho tentou de longa distância e a bola passou por cima do gol. 
 
O Almirante só foi chegar com perigo novamente aos 39 minutos. Após cruzamento rasteiro de Robinho, a bola passou por todo mundo e sobrou para Rafael França do lado direito de ataque. O lateral tocou para Bruno Cosendey estufar a rede. VASCO 1 x 0. 

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Bruno Cosendey comemora seu gol com Alan Cardoso (6)
 
Com a vantagem no marcador, o Cruzmaltino teve mais tranquilidade na etapa complementar. Aos seis minutos, Robinho recebeu pelo lado esquerdo, cortou e chutou cruzado. A bola passou perto do gol. Com pouco mais de 20, mais uma oportunidade. Mateus Vital trocou passes com Paulinho e arriscou o chute, mas parou nas mãos do goleiro.
 
O Vasco manteve a concentração na marcação e buscava os contra-ataques. Mas, aos 39 minutos, um susto para a defesa vascaína. O árbitro assinalou pênalti. Shaylon cobrou e João Pedro defendeu. 

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Paulinho marcou seu primeiro gol na Copa do Brasil
Quando a partida já caminhava para o fim, mais precisamente aos 47, Vagner lançou para Paulinho, que carregou a bola e tocou na saída do goleiro. VASCO 2 x 0. Com o resultado, o Cruzmaltino avançou para as quartas de final da Copa do Brasil. 

Escalação do Vasco: João Pedro, Rafael França, Mayck, Ricardo e Alan Cardoso (Luan); Andrey, Bruno Cosendey, Dudu (Léo Couto), Mateus Vital (Moresche) e Robinho (Vagner); Pedro Bezerra (Paulinho). Treinador: Marcus Alexandre.

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Vascaínos festejam a vitória após o apito final- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
 
Fonte: Site Oficial

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Por Centro de Memória do Vasco

O Estádio Vasco da Gama completa 90 anos! Com a sua história de fundação singular e a sua utilização ao longo do tempo como palco de grandes manifestações populares e marcos importantes para o país, a “casa vascaína” escapou da serventia tradicional de arena esportiva e se colocou no decorrer de sua gloriosa existência como parte da história política e cultural brasileira, tornando-se um verdadeiro patrimônio nacional.

O surgimento de São Januário remonta à luta do Vasco em poder colocar em prática a sua política de seleção de jogadores sem distinção de raça ou condição social. No ano de 1923, o Vasco conquistou o seu primeiro título de Campeão Carioca. Com uma equipe recheada de jogadores das camadas populares, conseguiu desbancar um a um os seus adversários. Fazendo uma campanha espetacular, o Clube fez história ao ser o primeiro a conquistar este campeonato com jogadores negros e brancos de baixa condição social, abalando a estrutura do racismo e do preconceito social vigentes no futebol do Rio de Janeiro, então Capital Federal.

A façanha vascaína levou uma mensagem de igualdade para todo o país e revoltou os clubes que comandavam o futebol da Liga Metropolitana e monopolizavam os títulos de “Campeão da Cidade”, o que conhecemos atualmente como Campeonato Carioca. Nos primeiros meses de 1924, ocorreu uma cisão que resultou na criação de outra liga, a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), cujos clubes fundadores foram o América FC, o Bangu AC, o Botafogo FC, o CR do Flamengo e o Fluminense FC.

Baseando-se no discurso da necessidade de se ter maior controle sobre “a moral no esporte” (o que encobria o racismo e o preconceito social existentes) e da obrigatoriedade de se defender um futebol que fosse puramente amador (isso, na verdade, não era praticado por nenhum clube da Liga Metropolitana), as elites visavam encobrir a luta pelo controle de uma entidade que regesse o futebol carioca e, consequentemente, administrasse os crescentes recursos financeiros mobilizados em torno da sua prática institucionalizada.

A AMEA convidou o Vasco para participar de seu primeiro campeonato, em 1924. Contudo, as condições para a sua participação eram extremamente desfavoráveis. A principal exigência era a exclusão por parte do Clube de 12 jogadores, dentre eles 7 dos que haviam conquistado o campeonato do ano anterior. Esses homens foram apontados pela Sindicância da nova liga como indivíduos despossuídos de condições morais para a prática do futebol. Foram excluídos com base no critério do analfabetismo e das condições e natureza das suas profissões.

A verdade era que os estatutos da nova entidade tinham por objetivo impedir que clubes montassem equipes competitivas com jogadores das camadas populares e, consequentemente, tivessem condições de conquistar o campeonato, o que o Vasco havia feito. Além disso, privilegiavam-se àqueles clubes que já possuíam melhor estrutura, em detrimento dos demais, pois, era preciso ter uma “praça de exercícios atléticos e desportivos […]” que satisfizessem as exigências da AMEA. Posição esta reforçada pela entidade no dia 06 de abril de 1924, quando emitiu resoluções que obrigavam os clubes não-fundadores como o Vasco a terem que disputar uma espécie de seletiva, na qual seriam rebaixados para a segunda divisão “dous clubs não fundadores menos desenvolvidos em installações materiaes, organização techinica, administrativa e prática de exercicios physicos e esportivos”.

Em resposta às exigências preconceituosas da AMEA, o então presidente vascaíno, José Augusto Prestes, emitiu um ofício comunicando que desistiria de fazer parte da nova entidade por “não se conformar com o processo porque foi feita a investigação das posições sociaes desses nossos consócios, investigação levada a um tribunal onde não tiveram nem representação nem defesa” (Ofício nº261, 07 de abril de 1924).

A negativa vascaína em 1924 se popularizou como sendo uma “Resposta Histórica”, que representou e representa o repúdio total da entidade ao racismo e ao preconceito social no futebol e no esporte como um todo. O Vasco, por não acatar as condições que lhe foram impostas, retorna para a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT).

A força da Instituição, baseada no seu corpo associativo e na capacidade do Clube de atrair uma grande massa de torcedores, fazia com que o Vasco não pudesse ser relegado pelos demais. O Vasco conquistaria de forma invicta o Campeonato Carioca, o primeiro dos seis que ostenta atualmente, sagrando-se Bicampeão Carioca. (1923-1924). No ano seguinte (1925), o Vasco seria novamente convidado a fazer parte da AMEA. O Clube aceitou o convite e levou consigo todos os seus jogadores.

Embora na própria “Resposta Histórica” o Vasco faça um protesto quanto à forma que a Instituição era tratada por não possuir melhores “installações materiaes”, ainda havia uma resposta mais taxativa a ser dada: a construção de um estádio próprio. Impulsionados pela tentativa dos ditos “grandes clubes” em enfraquecer o Vasco, os dirigentes vascaínos já debatiam seriamente desde 1924 a compra de um terreno para a construção de um estádio próprio, enxergado como meio de se obter total autonomia para o Clube. O processo de construção da “casa própria” vai tomando corpo, até que no dia 28 de março de 1925, o Vasco adquiria a terreno onde seria erguido o seu Estádio. Os dirigentes vascaínos hastearam o pavilhão do Clube no local, no dia 20 de dezembro de 1925.

Após esse esforço inicial, era preciso angariar recursos para o erguimento do estádio. Iniciava-se, então, uma campanha histórica para a construção da “casa vascaína”. As três principais ações nesse intuito foram: uma gigantesca campanha para atrair novos sócios, que ficaria conhecida como “campanha dos 10 mil”; as contribuições individuais de vascaínos e vascaínas; e o lançamento de debêntures no mercado, ou seja, títulos de créditos ao portador.

No decorrer dessa mobilização vascaína, o contrato entre o Vasco e construtora Christiani & Nielsen foi firmado em 17 de abril de 1926, assinando-o pelo Vasco o então Presidente Raul da Silva Campos, e Harald Broe, pela empresa construtora. A Cristiani & Nielsen, de origem dinamarquesa, teve como fundadores o engenheiro Rudolf Christiani e pelo Capitão de Marinha Aage Nielsen. Anos antes (1923/1924) foi responsável pela construção da sede do Jockey Club Brasileiro.

O Lançamento da Pedra Fundamental do Estádio ocorreu no dia 06 de junho de 1926 e reuniu dentre outras autoridades, os dirigentes do Vasco, torcedores e o então prefeito da Capital Federal, Alaor Prata. Além da assinatura da Ata de Lançamento pelo Prefeito e dirigentes vascaínos, houve a inserção de uma espécie de “cápsula do tempo” no subsolo do futuro estádio, contendo moedas, jornais e outros objetos da época.

O ritmo das obras foi acelerado, apesar das tentativas de dificultarem a façanha vascaína. Uma dessas dificuldades ocorreu quando o Vasco solicitou a importação do cimento belga, que era de melhor qualidade em comparação ao brasileiro. A importação foi barrada e o Vasco se viu obrigado a utilizar o cimento nacional. A solução encontrada para vencer esse obstáculo foi reforçar ainda mais as estruturas do estádio: para cada uma parte de cimento, foram colocadas duas e meia de areia e três e meia de pedra britada. Nada parava o Vasco, o Clube erguia o seu gigante de concreto.

Na tarde de 21 de abril de 1927, o Gigante da Colina dava ao Brasil o maior estádio da América do Sul. O Estádio do Vasco foi todo construído com recursos próprios da Instituição, sem qualquer contribuição de dinheiro público. Os 40 mil torcedores que acompanharam a inauguração ficaram impressionados com a beleza e a imponência do estádio vascaíno.

Coube ao aviador português, Major José Manuel Sarmento de Beires, o ato simbólico de cortar a fita inaugural, ao lado do Presidente do Vasco, Raul da Silva Campos, e do Presidente da Confederação Brasileira de Desportos, Oscar Rodrigues da Costa. O Presidente da República, Washington Luís, também estava presente e assistiu aos eventos do dia da Tribuna de Honra.

A partida de futebol da inauguração, disputado pelo Vasco contra a equipe do Santos, de São Paulo, significou pouco se comparado ao que representava aquele marco histórico. O Vasco, em resposta àqueles que queriam diminuí-lo e enfraquecê-lo, e igualmente, em resposta àqueles que gostariam de ver o futebol marcado pelo racismo e pelo preconceito social, fez surgir um verdadeiro templo do povo.

A “casa do Vasco” também passou a receber partidas de outros clubes e da própria seleção brasileira. A equipe principal do Vasco já atuou em 1475 partidas de futebol, com 965 vitórias, 309 empates e 201 derrotas (não contabilizamos jogos do Torneio Início a título de estatística para partidas de futebol). A equipe vascaína marcou 3419 vezes e sofreu 1372 gols, mantendo um saldo positivo de 2047 gols. Dentre esses 1475 jogos, veja a lista a seguir com os dez momentos esportivos mais marcantes do Vasco no Estádio:

1º – 15/05/1927 – Vasco 3×1 Flamengo/RJ – Primeiro Vasco e Flamengo em São Januário. A equipe vascaína “sobrou em campo”. Mesmo carecendo de reforços, estando em processo de reformulação de seu elenco e ainda sentindo os efeitos de todo o esforço financeiro para erguer o maior estádio da América do Sul, o “Gigante da Colina” venceu a partida por 3 a 1 e conquistou sobre o Flamengo o troféu “O Pregão da Victoria”.

2º – 31/03/1928 – Partida de inauguração dos refletores do Estádio. Primeira partida noturna de São Januário e primeira partida internacional do Vasco no estádio. Mais de 60 mil torcedores estiveram presentes (dados oficiosos);

3º – 09/11/1930 – Vasco 6×0 Fluminense/RJ – Maior goleada da história deste Clássico;

4º – 26/04/1931 – Vasco 7×0 Flamengo/RJ – Maior goleada da história do “Clássico dos Milhões”;

5º – 25/05/1949 – Vasco 1×0 Arsenal/ING (Amistoso Internacional) – O famoso clube londrino, um dos mais tradicionais e populares da Inglaterra, fundado em 1886, havia se sagrado mais uma vez campeão na temporada de 1947/48 e era exaltado como um dos melhores times do mundo. Mais de 60 mil torcedores estiveram presentes (dados oficiosos);

6º – 06/12/1992 – Vasco 1×1 Flamengo/RJ – O Vasco ratifica a conquista do Campeonato Carioca de 1992, ao terminar a campanha de forma invicta;

7º – 12/08/1998 – Vasco 2×0 Barcelona (Equador). Primeira partida da Final da Libertadores. Vasco 2×0 Barcelona (Equador);

8º – 06/12/2000 – Vasco 2×0 Palmeiras/SP. Primeira partida da final da Copa Mercosul, que seria conquistada pelo Vasco.

9º – 20/05/2007 – Vasco 3×1 Sport/PE. Partida do milésimo gol do Romário;

10º – 01/06/2011 – Vasco 1×0 Coritiba/PR. Primeiro jogo da final da Copa do Brasil. O Vasco dava o pontapé inicial para a conquista do campeonato.

Para além do futebol, São Januário foi sede de eventos culturais e políticos que marcaram o Brasil. No estádio vascaíno, Getúlio Vargas pronunciou vários discursos, especialmente, no Dia do Trabalhador (1º de Maio) e no Dia da Independência (07 de Setembro). Geralmente, na comemoração da Independência, o maestro Heitor Villa Lobos regia corais orfeônicos com milhares de jovens e crianças de escolas públicas e privadas do Rio de Janeiro. Além de Getúlio, o estádio vascaíno teve a presença de outras figuras importantes da política nacional em eventos históricos, como Luiz Carlos Prestes, Juscelino Kubitschek, Eurico Gaspar Dutra, João Goulart e outros. Na “casa vascaína” também foram realizados desfiles de escolas de samba, em 1945, a Portela sagrou-se campeã. Veja a seguir os dez eventos não-esportivos mais marcantes que ocorreram no Estádio Vasco da Gama:

1º – 01/05/1940 – Discurso proferido pelo Presidente da República, Getúlio Vargas, por ocasião do Dia do Trabalhador. Neste evento houve a assinatura de instituição do Salário Mínimo pelo Decreto-Lei nº 2.162, de 1º de Maio de 1940;

2º – 01/05/1941 – Discurso proferido pelo Presidente da República, Getúlio Vargas, por ocasião do Dia do Trabalhador. Neste evento houve a instalação oficial da Justiça do Trabalho no Brasil. Em 1941, realizou-se a inauguração e o real funcionamento da Justiça do Trabalho no país, estruturada pelo Decreto-Lei nº 1.237/1939;

3º – 07/09/1942 – Comemorações do Dia da Independência; Realização da Hora da Independência. Cerimônia em comemoração ao Dia da Independência, com a presença e discurso de Getúlio Vargas, Presidente da República. A primeira após a entrada oficial do Brasil na Segunda Guerra Mundial. O maestro Villa Lobos regeu grande coral orfeônico formado por jovens e crianças das escolas públicas e particulares;

4º – 07/02/1945 – Desfile Oficial de Carnaval das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A Portela sagrou-se campeã.

5º – 01/05/1945 – Discurso proferido pelo Presidente da República, Getúlio Vargas, por ocasião do Dia do Trabalhador;

6º – 23/05/1945 – Comício de Luiz Carlos Prestes. Semanas após deixar a prisão devido à anistia concedida pelo presidente Getúlio Vargas, o líder comunista Luiz Carlos Prestes falou para cerca de 100 mil pessoas no Estádio de São Januário, em organizado pelo Partido do Brasil (PCB);

7º – 12/08/1950 – Comício de Getúlio Vargas, candidato à Presidência da República;

8º – 01/05/1951 – Discurso proferido pelo Presidente da República, Getúlio Vargas, por ocasião do Dia do Trabalhador;

9º – 01/05/1952 – Discurso proferido pelo Presidente da República, Getúlio Vargas, por ocasião do Dia do Trabalhador;

10º – 01/05/1957 – Discursos proferidos pelo Presidente da República, Juscelino Kubitschek, e pelo Vice-Presidente da República, João Goulart, por ocasião do Dia do Trabalhador;

No intuito de prestarmos uma homenagem a este monumento à igualdade no esporte e de demonstração da grandeza do Vasco, destacamos fatos históricos que ressaltam a importância do Estádio de São Januário. Ao olharmos para o passado glorioso do nosso Vasco, apontamos para um futuro ainda mais próspero, levando em nossos corações um velho ditado vascaíno: “O Vasco é um clube rico, de adeptos trabalhadores e dedicados”.

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Impulsionado por sua torcida, o Vasco bateu o Pinheiros, por 79 a 73, no Ginásio Vasco da Gama, em São Januário. Com a vitória, o Gigante da Colina empatou a série em 2 a 2 nos playoffs do NBB. Com grande atuação coletiva, David Jackson, Nezinho, Murilo e Márcio fizeram 14 pontos cada no duelo decisivo. O jogo 5 está marcado para a próxima segunda-feira (17/04), às 19h30, no Ginásio Poliesportivo Henrique Vilaboim, casa do Pinheiros. O vencedor do confronto enfrentará o Flamengo nas quartas de final da competição.

Fonte: Site CRVG

 

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Após dois anos, Vasco e Flamengo voltaram a fazer mais um duelo do Clássico dos Milhões no Maracanã. Em partida realizada neste sábado (08/04), pela semifinal da Taça Rio, o Cruzmaltino empatou, sem gols, com o Rubro-Negro e garantiu a classificação por ter tido a melhor campanha na competição. O Gigante da Colina aguarda o vencedor de Botafogo e Fluminense, que se enfrentam neste domingo (09/04), no Nilton Santos. 

O JOGO
 

O Clássico dos Milhões começou muito truncando no meio de campo. Com poucos espaços, ambas as equipes procuravam as jogadas de lançamento, mas sem muita eficácia. A primeira chance do Vasco veio dos pés de Nenê aos cinco minutos. O meia cobrou falta da intermediária, mas a bola parou nas mãos de Alex Muralha. 

 
Aos sete, o time cruzmaltino chegou mais uma vez. Após cruzamento rasteiro de Gilberto, Yago Pikachu, livre dentro da grande área, acabou chutando para fora. Ainda antes da parada técnica, o Almirante teve a melhor jogada na etapa inicial. A equipe vascaína trocou passes no campo de ataque até que Muriqui recebeu, entrou na área pelo lado esquerdo de ataque e chutou no canto, tirando de Muralha, mas a bola foi para fora.

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Nenê em ação contra o Flamengo na semifinal da Taça Rio- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br

Do outro lado, o Flamengo pouco levou perigo ao gol de Martin Silva. O Rubro-Negro chegou através de cobranças de faltas perto da área, mas não teve grandes oportunidades. Com a partida pegada até os 45 minutos finais do primeiro tempo, as equipes foram para o vestiário sem alterar o placar no Maracanã. 

A etapa complementar começou mais movimentada. Precisando da vitória, o Flamengo buscava mais o jogo e começou a dar espaços para o Vasco. Aos quatro minutos, o Cruzmaltino saiu em contra-ataque puxado por Nenê. O meia deu passe em profundidade para Muriqui, que cruzou rasteiro, mas a zaga afastou. 
 
O Vasco tentou buscar as jogadas de contra-ataque, mas pecou no último passe. O Flamengo chegou algumas vezes ao gol de Martin Silva, mas o goleiro se destacou com grandes defesas. Com o empate em 0 a 0, o Cruzmaltino garantiu a classificação para a final da Taça Rio. 

FICHA TÉCNICA – VASCO 0X0 FLAMENGO
Competição: Semifinal da Taça Rio 2017
Local: Maracanã
Data: 8 de abril de 2017
Horário: 18h30 (Horário de Brasília)
Público presente: 24.616
Pagantes: 21.895
Renda: R$ 932. 070, 00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães 
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Michael Correia
Cartões amarelos: Rodrigo, Martin Silva e Andrezinho (Vasco)/ Gabriel e Willian Arão (Flamengo)
VASCO: Martin Silva; Gilberto, Rodrigo, Rafael Marques e Henrique; Jean (Julio dos Santos), Douglas, Yago Pikachu, Nenê e Andrezinho (Kelvin); Muriqui (Wagner). Técnico: Milton Mendes.
Flamengo: Alex Muralha; Rodinei (Ronaldo), Donatti, Rever e Trauco; Márcio Araújo, Willian Arão, Diego, Gabriel (Leandro Damião) e Mancuello (Berrío); Paolo Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.
 
Fonte: Site CRVG

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Pelo segundo jogo das oitavas de final do NBB 9, o Vasco da Gama mediu forças com o Pinheiros no Ginásio Poliesportivo Henrique Vilaboim, em São Paulo. Com atuação espetacular do pivô Murilo Becker, que anotou 23 pontos e pegou 13 rebotes, o Gigante da Basquete derrotou os donos da casa pelo placar de 85 a 80. A terceira partida da série acontecerá neste fim de semana, novamente em solo paulista.
 

O JOGO

 
Precisando da vitória para empatar a série, o Vasco entrou em quadra disposto a não dar chances para o Pinheiros. O que se viu nos primeiros minutos, entretanto, foi um aproveitamento baixo nos arremessos. As equipes só começaram a pontuar com frequência após a metade do quarto inicial. Os donos da casa saíram na frente, abriram uma pequena vantagem, mas o Gigante da Basquete logo se recuperou. Murilo e David Jackson comandaram o triunfo cruzmaltino no primeiro período: VASCO 18 x 08.
 
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Hélio iniciou o segundo quarto acertando duas bolas de três

No segundo quarto, o começo vascaíno foi avassalador. Contado com arremessos da linha de três pontos certeiros de Hélio e David Jackson, o Almirante abriu uma vantagem de 10 pontos no placar. A folga, porém, não durou por muito tempo, pois o Pinheiros cresceu no jogo e passou a incomodar o sistema defensivo do clube de São Januário. A evolução da equipe paulista tornou o duelo mais equilibrado e fez com que o primeiro tempo terminasse com uma menor diferença no marcador: VASCO 35 x 30.

Melhor em quadra na reta final do quarto anterior, o Pinheiros retornou do intervalo com a mesma postura e passou na frente do marcador antes mesmo do cronômetro marcar sete minutos. O ritmo dos paulistas se manteve intenso na sequência do período. Percebendo a queda de rendimento do time, o treinador Dedé Barbosa pediu tempo em três oportunidades. A atitude, entretanto, não mudou o rumo da partida. Ao final do penúltimo quarto, o Pinheiros vencia por 62 a 52.

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Nezinho disputa bola no garrafão com jogador adversário

Nos dez minutos finais do confronto, o Vasco voltou a desempenhar o basquetebol do início da partida e diminuiu a diferença de forma considerável. Apenas um ponto separava o Gigante do Basquete do Pinheiros quando o cronômetro apontava três minutos para o fim. Atravessando um melhor momento que o rival, o Cruzmaltino retomou a dianteira do placar nos derradeiros momentos da partida e empatou a série: VASCO 85 x 80.

TITULARES

 
Nezinho: 13 pontos, 04 assistências e 00 rebote
David Jackson: 16 pontos, 02 assistências e 05 rebotes
Gaúcho: 08 pontos, 00 assistência e 01 rebote
Wagner: 04 pontos, 02 assistências e 04 rebotes
Murilo: 26 pontos, 02 assistências e 14 rebotes

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David Jackson em ação contra o Pinheiros- Fotos: Thiago Moreira/Vasco.com.br
 
ENTRARAM
 
Hélio: 08 pontos, 03 assistências e 02 rebotes
Palacios: 06 pontos, 02 assistências e 00 rebote
Bruno Fiorotto: 04 pontos, 00 assistência e 04 rebotes
Drudi: 00 ponto, 00 assistência e 01 rebote
Márcio: 00 ponto, 00 assistência e 00 rebote
Bruninho: 00 ponto, 00 assistência e 00 rebote
 
Site : CRVG

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Foi realizado no último domingo, no ginásio do Sport Club Mackenzie, o Torneio de Abertura 2017 da LIJUERJ, onde os atletas da equipe CFC-Judô, apoiada pelo CR Vasco da Gama e Rotary Mercado São Sebastião/ENGIE, demonstraram sua força nos tatames, conquistando dezenas de medalhas.

O pódio do torneio quase sempre tinha o pavilhão cruzmaltino representado. E na grande maioria das vezes, ocupando o topo.

Desde as categorias mirim e infantil, até senior e master, o Vasco obteve êxito com brilhantes atuações, que resultaram em várias conquistas. Algumas delas:

CATEGORIA MASTER | MEIO-LEVE:
FLÁVIA CONDESSA – OURO

CATEGORIA SÊNIOR | MEIO-PESADO:
ANDERSON FREITAS – OURO
FELIPE FREITAS – BRONZE

CATEGORIA SÊNIOR | MEIO-MÉDIO:
ALESSANDRO SANUTO – PRATA

CATEGORIA SÊNIOR | MEIO-LEVE:
YUSHI WESLEY – OURO

CATEGORIA JUNIOR | MEIO-MÉDIO:
RODRIGO SEIXAS – OURO
KARINE CUNHA – OURO
ILANNY MARTINS – PRATA

CATEGORIA JUNIOR | MEIO-LEVE:
PEDRO VITOR – OURO

CATEGORIA JUNIOR | LEVE:
JÚLIO CESAR – OURO

CATEGORIA JUVENIL | LEVE:
VITÓRIA PINHEIRO – OURO
JOÃO VITOR ALMEIDA – OURO

CATEGORIA JUVENIL | MEIO-LEVE:
SAMARA STEPHANY – OURO
PEDRO VITOR – OURO
HARLEY SILVA – PRATA

CATEGORIA PRÉ-JUVENIL | MEIO-LEVE:
MARIA EDUARDA A. LOURIÇAL – OURO
LEONARDO OLIVEIRA – OURO

CATEGORIA PRÉ-JUVENIL | LEVE:
FELIPE MONTEIRO – BRONZE

O Casaca! parabeniza o Departamento Infanto-Juvenil na figura de seu vice-presidente José Mourão Gonçalves, o conselheiro do Vasco e membro do Rotary Club Gilberto Pinto, Décio Luis Escudero, também do Rotary, e principalmente a todos os atletas, medalhistas ou não, por representarem tão dignamente o Gigante da Colina na arte suave.

Casaca!

 

Por Matheus Alves

Pela quarta rodada da Taça Rio, Vasco e Flamengo empataram em 2 a 2, no Estádio Mané Garrincha. Yago Pikachu e Nenê marcaram para os vascaínos, e Willian Arão e Berrío descontaram para o rival. Com o resultado, a equipe vascaína está na quarta colocação, com seis pontos, no Grupo C. 

O JOGO

O Vasco começou ligadíssimo no clássico contra o Flamengo. Bastante presente no ataque, o Cruzmaltino criou  a primeira chance aos 5 minutos, quando Nenê cobrou falta na área, o rubro-negro tentou cortar e a bola sobrou nos pés de Andrezinho, que finalizou com muito perigo. 

De tanto insistir, o Gigante da Colina marcou o gol aos 15 minutos. Luis Fabiano dividiu com Réver no ataque, a bola sobrou para o camisa 10 vascaíno, que cruzou na área, e Yago Pikachu se antecipou para mandar a bola para o fundo da rede: 1 a 0. 

Na metade do primeiro tempo, houve queda de luz no Mané Garrincha, que paralisou o partida durante oito minutos. Com a energia reestabelecida, o rubro-negro voltou pressionando no ataque e chegou a assustar o Vasco em algumas oportunidades, mas pararam no setor defensivo vascaíno. 
 

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Jean e Willian Arão em disputa pela bola durante o clássico – Foto: Divulgação
 
Na segunda etapa, o atacante Luis Fabiano foi expulso aos 8 minutos. Após cometer falta em Márcio Araújo, o árbitro deu cartão vermelho ao jogador por reclamação. Com o Vasco jogando com dez, o Flamengo cresceu e foi só pressão no ataque.
 
Aos 14 minutos, Mancuello cobrou escanteio, e Willian Arão subiu para cabecear e empatar o clássico no Estádio Mané Garrincha: 1 a 1. Na sequência, aos 19 minutos, Berrío, em chute dentro da área, virou o jogo para os rubro-negros: 2 a 1. 
Lutando até o fim, o Gigante da Colina conseguiu arrancar o empate. Aos 47 minutos, o árbitro marcou pênalti para o Vasco. Na cobrança, Nenê bateu com categoria e garantiu o empate para os vascaínos: 2 a 2. 
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Nenê comemora gol de empate com Rafael Marques – Foto: Nelson Costa/Vasco.com.br
 
FICHA TÉCNICA – FLAMENGO 2X2 VASCO
Competição: 4ª Rodada da Taça Rio 2017
Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília
Data: 26 de março de 2017
Horário: 18h30 (Horário de Brasília)
Público presente: 28.071 / Pagantes: 28.071  
Renda: R$ 1.279.720,00
Árbitro: Luis Antonio Silva dos Santos
Assistentes: Daniel do Espírito Santo Parro e Diego Luiz Couto Barcelos
Cartões amarelos: Everton e Willian Arão (Flamengo) / Jean, Jordi, Luis Fabiano, Jomar e Douglas (Vasco)
Cartão vermelho: Luis Fabiano (Vasco)
Gols: Willian Arão (14’/2º Tempo) e Berrío (19’/2º Tempo) – Flamengo / Yago Pikachu (16’/1º Tempo) e Nenê (49’/2º Tempo) – Vasco
Flamengo: Muralha, Pará, Réver (Léo Duarte), Rafael  Vaz e Renê; Márcio Araújo, Willian Arão e Mancuello (Lucas Paquetá); Berrío (Marcelo Cirino), Everton e Leandro Damião. Técnico: Zé Ricardo
VASCO: Jordi; Gilberto, Jomar, Rafael Marques e Henrique; Jean (Thalles), Douglas, Yago Pikachu (Manga Escobar), Nenê e Andrezinho (Escudero); Luis Fabiano. Técnico: Milton Mendes
 
Fonte: Site CRVG

 

Notícias veiculadas na imprensa convencional informam que o Vasco está próximo de anunciar a renovação de seu contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal. É verdade.

Contudo, é preciso esclarecer alguns detalhes.

O contrato atual se encerra em abril de 2017. O Vasco ainda tem valores importantes a receber por este contrato.

A pedido da Caixa, com a intenção de unificar as datas de renovações posteriores, todos os contratos firmados em 2017 entre o banco e seus parceiros irão até o dia 31.12.2017. Ou seja, o próximo contrato com o Vasco terá a duração de 8 meses. Portanto, os valores que serão anunciados em breve são referentes a 8 meses de contrato, não a 12 meses.

Outra novidade é que, além da renovação de contrato com a Caixa, o Vasco anunciará o retorno de um patrocinador à sua camisa nos próximos dias.

CASACA!

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A direção do Club de Regatas Vasco da Gama comunica a saída do treinador Cristóvão Borges a partir desta sexta-feira (17/03). O Vasco agradece os serviços prestados pelo profissional, que sempre trabalhou com dedicação.
Eurico Miranda 
Presidente
 
Fonte: Site CRVG

CASACA! NO RÁDIO

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Ouça a íntegra do programa CASACA! no Rádio de 24/04/2017 com participação de Sérgio Frias, Iury Gaspar e Rodrigo Alonso.