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Ouça o programa Vasco Gigante que é transmitido às terças-feiras Ao Vivo a partir das 20:00 pela Metropolitana 1090AM.

Segue a íntegra do 17/10/2017 com Sérgio Frias, Henrique Serra, Lula e participação especial (por telefone) do Presidente Eurico Miranda a partir do minuto 33.

 
Agora, me contem uma novidade…
 
Júlio Brant é apoiado por Olavo Monteiro de Carvalho, José Carlos Osório e Carlos Roberto Osório. Alguém imagina um dos 3, exceto o Cabeto, em tempos eleitorais, tomando uma média com pão na chapa numa padaria de Realengo? Nem eu. 
 
Alguém imagina Júlio Brant, que se perde em São Januário, pedindo mortadela para o lanche da noite de domingo no estabelecimento de um portuga na Penha do Márcio Magalhães? Nem eu. 
 
Assim sendo, não estou entendendo este alarde todo a respeito de uma fala do Brant, que teria dito que o Vasco precisa se desvencilhar do português da padaria, imagem que ele fez do atraso, em suas finanças. Quem não se lembra destes mesmos caras dizendo que a administração Calçada/Eurico usava “lápis na orelha”, os mesmos que depois, diante de suas planilhas e PowerPoints do Nelson Monteiro da Rocha, triplicaram o valor do rombo?
 
Brant é isso: um prolongamento de Olavo e Osório, um filhote da presunção, um parido do elitismo. Não há nada de novo aí e usar o tema politicamente soa oportunismo. Olavo, Osório e suas crias são do tipo daqueles que nos anos 70 mandavam os crioulos entrarem pelo acesso dos fundos – os “coirmãos” das Laranjeiras.
 
Cabe-me, portanto, elogiar a postura do Dr. Brant na entrevista que concedeu citando a padeiragem como símbolo do atraso. Uma das poucas vezes em que foi sincero, verdadeiro. Como diz um panaca do mundo político do Vasco, “vendeu bem sua imagem”. 
 
Contem-me algo alvissareiro da próxima vez.. 
 
João Carlos Nóbrega

 

Com uma candidatura sustentada por Olavo Monteiro de Carvalho, José Carlos e Carlos Roberto Osório, aliados de Cabral, os artífices da falência legada pela República das Bananeiras, a de Júlio Brant; com uma candidatura apoiada por ninguém menos do que Nelson Monteiro da Rocha, o operário que duplicou uma dívida de 110 anos em menos de seis como responsável pelas finanças do Vasco, a de Alexandre Campelo; e com uma candidatura que representa, no fim das contas, a essência da política do Vasco em seu viés mais repugnante, a essência da trairagem covarde que se traduz por um discurso desonesto, a de Horta, parece claro que Eurico, com a nítida recuperação baseada em uma tentativa de austeridade ortodoxa e paulatina que estabelece no Vasco, nadará de braçada nas eleições que se realizarão daqui a menos de mês. 

 Como Brant pode falar em modernidade sendo apoiado por sabotadotes históricos que, quando no poder, foram sabotados pela própria incompetência? Como Campello pode se mostrar como descolado do passado se o apresentador de seus PowerPoints é um tricampeão de contas reprovadas, só no Vasco? Como Horta pode falar em olhar para o futuro se apresenta como grupo que o apoia a falecida cruzada vascaína, corresponsável pela segunda fase da República das Bananeiras, que trouxe prejuízos financeiros ao clube ao propor, por exemplo, a supressão da dívida com o ex jogador Romário do Balanço Patrimonial? Como Horta pode falar em olhar para o futuro ao ter como seu mentor para o futebol o ultrapassado Paulo Angioni, atraso reconhecido pelo próprio Eurico depois de 2015?
 
Contudo, todo cuidado é pouco, na medida em que os conspiradores estão à espreita. Os mesmos que plantaram as bombas do jogo com o Flamengo. Os mesmos que mantêm, a partir de lá, incursões junto ao Ministério Publico. Os mesmos que usam de suas influências junto ao Judiciário. Os mesmos que usam de suas influências junto à mídia. Os mesmos que usam de seu poder financeiro não para uma campanha de propostas claras, mas para uma campanha de ataques pessoais e bravatas.
 
Superados os temores causados pela única ferramenta que restou à oposição, a ferramenta que busca judicializar o processo, o Vasco irá às urnas com o nível desprezível daqueles de fora que se propõem a comandá-lo. Muito discurso de modernidade feito por gente ancorada ao conclave de outrora, muita fantasia, muita vigarice na retórica, muito caráter desviado. Há quem ache normal, afinal é política. Mas no caso especial do Vasco, convenhamos: é rasteira pacas. 
 
Sim, falemos também de erros de Eurico nesta gestão. Sem dúvida alguma, o maior foi entregar algum poder a quem não tem a menor condição de o ter a seu dispor. Oferecer um dos poderes do clube a um traidor com carimbo na testa foi um erro. Entregar a própria substituição a um sujeito que era dúvida confirmada a cada dia de gestão foi um erro. Justamente em uma fase na qual, por questões de saúde, precisou de alguém que se apresentasse para o jogo, mas preferiu se esconder atrás da zaga adversária.
 
Felizmente, rumos foram corrigidos. Melhor ainda: Felizmente, houve, e ainda haverá, depuração. O abandono do barco não se trata de perda, muito pelo contrário. Chama-se higienização. O Vasco precisa disso e é muito melhor que aconteça quando máscaras caem. 
 
Se tudo seguir seu curso normal, se o rio correr para o mar, se as conspirações políticas nítidas, que ocorrem desde o jogo com o Flamengo e envolvem mídia, judiciário e polícia não prevalecerem, em poucos dias o Vasco estará em paz para seguir o seu rumo de nítida recomposição. E podem apostar: no próximo triênio o clube será outro. E podem apostar: depois deste triênio, muito mais virá por aí. E podem apostar: a velha política do Vasco e seu modo de operar está com os dias contados. Assim seja. Amém.
 
João Carlos Nóbrega

 

Preposto de Olavo Monteiro de Carvalho, José Carlos Osório e outros menos votados, gente que esteve no Vasco por seis anos para arrasá-lo, o Dr. Júlio Brant não nos decepciona. Dono de um discurso fraco, vazio e repleto de incongruências, mostra exatamente quem está por trás dele e com que intenções. 

Depois de anunciar uma “carta de intenções” para patrocínio de um fabricante de telhas onde se lê algo como “é possível sim, a depender da conjuntura econômica”, foi ao Espírito Santo contar outra “novidade” e fazer um apelo que demonstra o patamar de sua candidatura. 
 
A “novidade” diz respeito ao aproveitamento da base no profissional do futebol. Segundo sua inovadora ideia, em sua revolucionária administração, 1/3 do elenco de cima será composto por jovens provenientes da base. Como a ideia é original, absolutamente única, vou colaborar com o doutor e dizer a ele que hoje isso já é uma realidade que supera o seu percentual mágico em muito. Já que tenho minhas dúvidas se ele sabe os nomes dos atletas do Vasco, citarei um time inteiro que neste momento é aproveitado no profissional, todo ele proveniente da base: Jordi, Jomar; Ricardo, Allan, Andrey, Evander, Cosendey, Vital, Guilherme, Paulinho e Paulo Vitor. Há outros, como Thalles, Henrique, Caio e Gabriel Felix. Portanto, se a bandeira do fantoche é inovação, está reprovado neste item. Tchau.
 
Já o apelo feito aos presentes, patético, sinaliza ao respeitável público que o desespero começa a invadir sua candidatura por todos os furos. O que pode dificultar o processo seletivo mais difícil pelo qual afirma que passará em sua vasta experiência de vida. Na falta do que reclamar, Brant incitou os presentes a procurarem a Justiça com a intenção de que as eleições sejam adiadas. O fortíssimo argumento: estão marcadas para uma terça-feira e deveriam ocorrer no fim de semana. Ainda segundo o candidato, ele estaria forte no Judiciário (só ele para explicar o motivo de ter dito que “A gente está ganhando todas as ações no tribunal”) e, assim sendo, a chance de vitória no pleito junto à Justiça seria grande. 
 
Tudo bem, cada um luta com as armas que dispõe, mas parece pouco razoável tratar sócios do Vasco como palhaços apenas por um capricho, ou por perceber que a própria candidatura tem muita pluma e paetê, mas pouca consistência. Todos os clubes de futebol fazem eleições durante a semana, mas só o Vasco seria obrigado a relizá-las em um fim de semana porque assim entendeu um candidato pré-derrotado. É de sentir vergonha alheia. 
 
O processo eleitoral de 2017 transcorre com vasta transparência, divulgações em site oficial de todas as resoluções do Presidente da Assembleia Geral e da Junta Eleitoral e plena liberdade. As chapas que já se inscreveram, na ocasião das inscrições, fizeram corpo-a-corpo com os sócios dentro do clube sem nenhum constrangimento, inclusive. Não há nada do que se reclamar. 
 
Assim, qualquer esperneada, invenção tosca, como a do corte de energia, fomentada pela lamentável candidatura Horta, ou criação de um factóide, como a recomendação de reprovação das contas de 2016 sem sustentação alguma, apresentada pela candidatura fantasma zero voto composta por 2 membros do Conselho Fiscal, cheira a choro prévio de perdedor. E é no desespero que essa gente mostra como é fraca. O que acaba tornando tudo muito divertido. 
 
João Carlos Nóbrega
 
 

Ouça o programa Vasco Gigante que é transmitido às terças-feiras Ao Vivo a partir das 20:00 pela Metropolitana 1090AM. Segue a íntegra do 26/09/2017 com participação de Sérgio Frias, Denis Carrega Dias, Ricardo Vasconcelos e Antônio Porphirio.

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O novo-MUV não nos deixa esquecer seu passado “glorioso” quando enganava os incautos e alguns vascaínos de boa-fé. Como esquecer da tal fila de investidores prometida pelo alto empresário Olavo Monteiro de Carvalho com grande influência na diretoria da era trágica de nossa história recente? Como não lembrar, com misto de raiva e riso, do patrocínio com valores acima da lógica oferecido e assinado com a fornecedora de materiais Champs e que nos rendeu um calote, um processo e muita vergonha nacional?

Atenção: esse pessoal muda de nome, mas não o seu modus operandi. Eles usam a capa engomadinha e o ar de modernidade como uma forma de turvar o óbvio fato de que são absolutamente aventureiros e inexperientes tentando presidir o clube. O terrível período de 2008 a 2013 é um doloroso ensinamento que mostra no que dá cair nessa esparrela.

E para não nos deixar esquecer de sua genética neomuviana, uma candidatura chegou a prometer em 2014, o aporte de R$124 milhões vindos do fundo de um Sheik árabe caso fosse eleita para presidir o clube. Recentemente o nome da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, foi usado (depois desmentido pela própria empresa) para prometer um patrocínio ao nosso clube na hipótese de um certo candidato vencer a eleição do Vasco. Sim, estamos falando do “fantástico mundo das mirabolâncias almofadinhas de Julio Brant”, aquele que não sabe onde fica São Januário. 

 

 

A mais recente delas e certamente a mais realista, revela o tipo de seriedade com que essa gente usa para falar de Vasco. Resgatando seu passado de executivo de uma construtora, a Andrade Gutierrez (acho que não precisamos entrar nos detalhes de qual empresa se trata), deste mesmo ramo surge como trunfo da tal candidatura uma carta de intenções da pujante “TMC telhas e materiais de construção” prometendo patrocinar o Clube caso: 1) Julio Brant ganhe as eleições e 2) a situação financeira da empresa permita.

Sem desmerecer o referido grupo do setor de construções, a carta mais parece uma piada e, por que não dizer, uma peça de marketing a favor do candidato contra quem Julio Brant concorre.
Da extravagância à humildade conseguem passar a impressão de que não levam à sério nem a própria candidatura. Ou, a melhor hipótese, falta o mínimo de bom senso e um bocado de noção do ridículo!

SV

Leonardo Miranda

 

CASACA! NO RÁDIO

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Ouça o programa Vasco Gigante que é transmitido às terças-feiras Ao Vivo a partir das 20:00 pela Metropolitana 1090AM. Segue a íntegra do 17/10/2017 com Sérgio...