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Leonardo Rodrigues, diretor jurídico do Vasco, fala sobre matéria exibida pelo Globo Esporte

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O diretor jurídico do Vasco Leonardo Rodrigues, falou no programa do Apolinho na rádio Tupi sobre a matéria exibida no programa “Globo Esporte” desta sexta-feira, dia 10 de novembro.

Ouça no link abaixo:

Créditos: Rádio Tupi (áudio) Casaca! (texto)

 

15 comentários

  1. Não sei se já viram a declaração do Juca Kfouri,no programa do Porchat, sugerindo assassinato do Eurico, mesmo sendo um programa de humor,o momento é totalmente impróprio para esse tipo de declaração, não conhecemos a reação das pessoas.O departamento do Vasco tem que entrar com uma queixa crime contra o Juca Kfouri,se algo acontecer ao Eurico,ele será responsabilizado,nada justifica isso, lamentável!

  2. A GLOBO, O JORNAL NACIONAL E A MANIPULAÇÃO DE CONTEXTOS NA MONTAGEM DE NOTÍCIAS

    Por Carlos Castilho, no Observatório da Imprensa.

    Se há um veículo de comunicação na imprensa brasileira que costuma levar a manipulação da informação ao seu estágio mais sofisticado, este é o principal telejornal de Rede Globo de Televisão. Há muito tempo que o JN reduziu a prioridade pela notícia para enfatizar programas e eventos envolvendo interesses comerciais da empresa , bem como o proselitismo aberto em favor das causas político-financeiras apoiadas pelas Organizações Globo.

    No terreno comercial a emissora dedica cada vez mais espaço em seus noticiários para promover novelas, shows musicais, eventos esportivos e iniciativas de seu interesse direto. O espaço para informações sobre problemas comunitários e formas de resolvê-los está sendo substituído por preocupações comerciais da empresa, travestidas de notícia jornalística.

    A emissora é suficientemente hábil e inteligente para perceber que é necessário dar atenção aos problemas sociais das comunidades para não perder mais audiência. A questão é que ela trata temas como saúde, moradia, corrupção, segurança e desemprego sob o viés político em vez de buscar o engajamento de seus repórteres e editores com a prática co chamado jornalismo de soluções, onde os profissionais participam da busca de alternativas em vez de se limitarem à pratica das reportagens declaratórias, estilo “ele disse, ela disse”.

    Mas é no terreno político que o contexto torna-se mais importante na análise do noticiário “Global”. Um jurista interessado em abrir um processo judicial contra a Globo terá muita dificuldade para enquadrar a emissora nas leis vigentes porque a maior rede de televisão do país tem a necessária expertise para contornar os dispositivos legais.

    O que a Globo sabe fazer magistralmente é manipular contextos, como por exemplo, a alocação de tempos para acusação e defesa. Uma denúncia feita por algum delator no processo Lava Jato recebe um detalhamento que toma vários minutos enquanto a defesa merece rápidas e burocráticas menções do tipo “todas as doações foram registradas de acordo com a lei eleitoral”, “não comentamos inquéritos em andamento”, ou “ainda não tivemos acesso aos autos do processo”, sem falar no lacônico “não conseguimos contato com,,,,”.

    Discutir a legalidade de tal processo é chover no molhado porque a emissora sempre vai alegar que seguiu o preceito jornalístico da consulta à parte atacada ou agredida. A questão é a diferença de tempo e detalhamento. Na maioria dos casos de divulgação de denúncias por delação premiada não houve da parte dos telejornais da TV Globo a preocupação em apresentar de forma detalhada os argumentos da outra parte. Assim, o telespectador acabou sempre ficando sob o efeito do impacto da denúncia, mesmo aqueles que não acreditaram nela.

    Na atual batalha da informação a propósito da continuidade ou não de Dilma Rousseff na Presidência da República, os fatos e dados perderam importância em favor da forma como cada parte os inseriu num contexto que lhe é favorável. A cultura tradicional do jornalismo enfatiza a veracidade e exatidão de fatos e dados, mas ainda não desenvolveu o mesmo grau de especificidade e detalhamento em relação aos procedimentos editoriais sobre como contextualizar corretamente uma noticia. Um dado não existe fora de um contexto. Ele pode ser exato mas manipulado conforme a imagem do copo meio cheio ou meio vazio.

    Um editor ou jornalista pode criar um contexto sem alterar dados, fatos ou eventos. O copo é o mesmo, o volume de água idem, mas o profissional pode descrever o fato de maneiras diferentes o que vai induzir o leitor, telespectador ou internauta a desenvolver percepções e opiniões condicionadas pela descrição jornalística.

    Outro exemplo da manipulação de contextos foi dado pela TV Globo no caso da hostilização de funcionários da empresa por desafetos políticos na atual conjuntura política no país. A emissora enquadrou os eventos como agressões à liberdade de imprensa quando na realidade eles são uma consequência da polarização político-ideológica na qual a Globo é parte. Atirar ovos e tomates, ou xingar funcionários tem tudo a ver com irritação e divergências políticas, e nada a ver com violações do direito de expressar opiniões.

    Os manuais de redação descrevem com exatidão os procedimentos para coleta, edição e preparação de fatos, dados e eventos de interesse jornalístico mas não abordam com o mesmo detalhamento à contextualização, um processo que normalmente acontece na fase da edição onde ocorre a montagem das várias peças componentes de uma noticia.

    As redações não são um ambiente democrático onde se discutem posições e atitudes. Prevalece no dia a dia o ritmo industrial de produção. Assim, a cultura política acaba sendo fortemente influenciada por quem comanda a operação jornalística. Os editores organizam a pauta que é passada aos repórteres que vão a campo já com um roteiro preestabelecido e com tempo marcado para regressar. Ao chegar no local da matéria, o repórter não tem tempo de buscar visões diversificadas. Ele se limita a ouvir o protagonista e a parte contrária, sem poder levar em conta que a esmagadora maioria dos fatos, dados e eventos não se resumem a apenas dois lados. Além disso o profissional não tem tempo e, muitas vezes nem preparo teórico, para avaliar se um dado, fato ou evento está corretamente contextualizado.

    COMO A TV PODE DISTORCER UMA NOTÍCIA

    A plataforma televisão é especialmente suscetível a induzir no telespectador percepções descontextualizadas porque o tempo de transmissão de uma notícia é muito curto e porque as imagens geralmente são apresentadas por um único ângulo (copo meio cheio ou meio vazio) simplificando a visão da realidade. A manipulação da imagem como notícia num telejornal provoca no telespectador reações mais emocionais do que as geradas pela leitura de um jornal ou revista, onde a postura é mais analítica, pela própria natureza do veículo ou plataforma de comunicação.

    Num mundo marcado pela avalanche diária de informações, onde a complexidade dos fatos, dados e eventos se torna cada vez mais evidente, é muito difícil tomar decisões num curto espaço de tempo, entre sair da redação e voltar com o material recolhido. Tudo isto induz a que o produto final, a informação publicada, seja enviesada por conta da cultura política predominante na redação ou então repassada de forma bruta para o leitor, como é o caso dos indicadores econômicos. O repórter não teve tempo ou não quis questionar o entrevistado e repassa direto para o público uma informação que já veio condicionada pelos interesses e objetivos da fonte.

    Esta breve descrição do processo de distorção informativa provocado pela manipulação de contextos permite perceber como é importante tentar identificar o DNA de uma notícia. De mesma forma que você só compra um produto no supermercado depois de checar o prazo de validade e a informação nutricional, uma notícia não pode ser consumida sem uma checagem mínima da sua exatidão, veracidade e contexto. Esta é uma tarefa que o leitor, telespectador, ouvinte ou internauta terá que fazer sozinho porque a maioria dos veículos não disponibiliza este tipo de dado.

    É muito improvável uma mudança na política editorial do Jornal Nacional porque são rotinas e valores entranhados há décadas no telejornal que serve de guia para todos os demais noticiários da TV Globo. Por paradoxal que pareça, é mais possível o surgimento de uma nova atitude entre os telespectadores na medida em que eles descobrirem como funciona o enviesamento da informação transmitida por meio da manipulação dos contextos onde está inserida a notícia.

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    Carlos Castilho é jornalista e editor do Observatório da Imprensa

  3. GLOBO: 50 ANOS DE MANIPULAÇÃO E AUTORITARISMO DA ‘VÊNUS PLATINADA’

    http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2015/04/globo-50-anos-de-manipulacao-da-venus-platinada-7796.html

    A GLOBO E A MANIPULAÇÃO NAS ELEIÇÕES

    http://www.jornalmateriaprima.com.br/2014/10/a-globo-e-a-manipulacao-nas-eleicoes/

    OS TRUQUES DA EDIÇÃO JORNALÍSTICA DA GLOBO

    https://jornalggn.com.br/noticia/os-truques-da-edicao-jornalistica-da-globo

    DEMITIDO, REPÓRTER ACUSA TV GLOBO DE MANIPULAÇÃO NA COBERTURA ELEITORAL

    https://noticias.uol.com.br/ultnot/2006/12/20/ult23u280.jhtm

    RECORD ATACA A GLOBO E MOSTRA SUA MANIPULAÇÕES

    https://www.youtube.com/watch?v=lHf4-noryco

    MÍDIA INTERNACIONAL SOBRE MANIPULAÇÃO DA GLOBO NA GREVE GERAL

    https://www.youtube.com/watch?v=Nd9ABVHxRps

    MANIPULAÇÃO: EM MARIANA/MG, EQUIPE DA REDE GLOBO CORTA REPORTAGEM QUANDO MORADOR FAZIA DENÚNCIA SOBRE A VALE (VÍDEO)

    http://www.infowarsbrasil.org/2015/11/manipulacao-em-marianamg-equipe-da-rede.html

    GLOBO PEDE DESCULPAS APÓS ESTUDANTE REVELAR MANIPULAÇÃO EM REPORTAGEM

    https://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/05/globo-pede-desculpas-apos-estudante-revelar-manipulacao-em-reportagem.html

  4. A Globo faz uma propaganda fenomenal para os Urubus. Vide o Globo Esporte do dia seguinte a vitoria do Vasco sobre o Santos. Nao preciso comentar o fato, somente observem o valor que deram aos jovens de la e o que falaram sobre os nossos!!!

  5. Diz a Constituição que “é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato”. Pior ainda quando esse anonimato impede o direito de resposta. Como responder aos acusadores se não deixaram o nome para verificar se são ou não sócios e se de fato votaram na urna que está sub judice? Porém, há falhas naquela reportagem de notória má fé que indicam o fato de tais acusadores sequer entenderem o processo eleitoral do Vasco. Um deles não diz se realmente votou. O outro diz “votei no Júlio” sem a menor indicação de saber que isso é impossível. Nas eleições no Vasco vota-se em chapas. É o caso de dizer em que chapa votou. Por que não disse “votei na chapa amarela”? Mal informados, ele e o repórter, não se deram conta de que tal “voto de cabresto” teria sido conduzido para a chapa azul e não para o nome do Eurico caso ele aceitasse vir de Magé para cumprir o que o alegado patrono de sua associação ao Vasco pediu. Péssima a montagem dessa farsa.

  6. Basta o mínimo de senso crítico para ver que a reportagem da Globo não faz o menor sentido e não prova nada! Puro sensacionalismo.

  7. Eurico reeleito até 2020. Brant se o diploma de jornalista for verdadeiro,para não ficar desempregado pode mandar um curriculum vitae para o CASACA e tentar arrumar um emprego,quem sabe ele não arruma?

  8. bom dia pessoal do casaca, gostei do jogo de ontem o Vasco jogou muito bem, mas estou preocupado com as noticia que sao vinculadas nessa midia vagabunda, todos os dias colocam reportagem dizendo e mostrando depoimento de pessoas que dizem que foram obrigadas a serem socio e que tinham que votarem no Eurico,. primeiro que nao vota no eurico, e sim, vota é na chapa com 120 nomes, estou correto com esse pensamento?
    quero saber o porque que isto esta ocorrendo? por favor nos abasteçam com reportagem aqui no site do casaca, necessitamos de informaçoes, temos que dar respostas a essas reportagem vagabunda e metirosas…

  9. A meu juízo , acho que a Globo sente que o Vasco tem chance de jogar a Libertadores 2018 e a emissora não quer ter que cobrir o Vasco na Libertadores por causa do Eurico. Aí ela fica arrumando intrigas apoiando o Brant e indo contra o Eurico. Querem desestabilizar de todo jeito o elenco nestes jogos finais.

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